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Meirelles: sem reforma da Previdência, governo pode cortar abono

O ministro espera que a reforma da Previdência seja aprovada na segunda quinzena de novembro

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta terça-feira que o governo terá de adotar outras medidas caso a reforma da Previdência não seja aprovada. Entre as medidas em análise está a suspensão do pagamento do abono salarial do PIS/Pasep – benefício que varia de 79 reais a 937 reais, dependendo do tempo trabalhado.

“Agora, não há dúvida de que, se porventura não for aprovada a reforma da Previdência, outras medidas terão que ser tomadas”, afirmou ele sobre a suspensão do abono.

O ministro disse que espera que a reforma da Previdência seja aprovada na segunda quinzena de novembro. Segundo ele, aprovação da reforma neste ano é de interesse de todas as “correntes políticas” que têm pretensões nas eleições de 2018.

“Se a reforma da Previdência não for agora, dificilmente será em 2018”, afirmou ele.

Meirelles alertou que a não aprovação da reforma deixará o orçamento do governo inadministrável dentro de alguns anos, já que a fatia destinada aos pagamentos da Previdência será cada vez maior.

“Portanto, temos aí a inevitabilidade de que despesas deverão ser cortadas. O problema é que mais de 70% do total das despesas são definidos pela Constituição. Então teremos que enfrentar medidas constitucionais”, disse.

De acordo com Meirelles, as pessoas ficam discutindo quando vão se aposentar. “Mas o problema é ter certeza de que vai receber e de que o valor não vai ser cortado no futuro. Tem países pelo sul da Europa em que os valores das aposentadorias foram cortados em até 40%. Isso é péssimo. A população não pode ser prejudicada com isso”, disse.

Segundo o ministro, a reforma tributária será a mais importante depois que a da Previdência for resolvida, apesar de reconhecer que o tema é complexo por envolver outros entes, como estados e municípios.

(Com Estadão Conteúdo e Reuters)

Comentários

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  1. ADRIANOVIAJANTE007

    Este banqueiro que participou do governo Lula vem com suas receitas para nos destruir, mas ele não precisa de aposentadoria e sequer de aumento de salário, pois é rico e faz parte desta elite que vem vendendo o país aos chineses e nos levando a mais miséria. Fora Temer.

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  2. Álvaro Caldeira Brant

    Tecnicamente falando não me satisfaz essas informações. Sou roubado por esse governo faz tempo. E pelo visto continuarei sendo. Não apenas eu, milhares. E o que é pior, sem nenhuma perspetiva de que algo possa mudar isso. O fator previdenciário é um exemplo de roubo, assinado pelos “nossos” representantes. Representantes que nos lesam o tempo todo. Acredito haver outras formas tipo diminuir os lucros dos bancos, pq não o fazem? Pq somos otários.

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  3. PAULO ROBERTO BANDEIRA

    esse meirelles, é outro corrupto e ladrão, o temer, que não é presidente legitimo, tá tentando, aprovar a previdência com corrupção, comprando esses políticos corruptos e ladroes, querem sacrificar o trabalhador, e os aposentados que já sofrem nas mãos desses bandidos que se entitulão políticos, mais o povo brasileiro merece os ladrões que tem no poder, pois o brasileiro é o povo mais impócrita que esiste no mundo, reclama mais na hora do vamos ver ta tudo bom, basta um vagabundo e ladrão vir na tv falar que se ele ganhar o povo vai poder comer mais feijão e ovo que todo mundo vota nele, acorda Brasil, vamos tirar todos os ladrões do poder nas próximas eleições. fora temer corrupto e ladrão.

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  4. luiz alberto dirschnabel

    Distribuição milionária de bondades aos políticos e poderosos para manter este governo corrupto no poder, uma hora o povo eleitor perde a paciência, não vamos aturar mais safadezas e ameaças. E’ bom este desgoverno mudar o tom, tem aprovação de margem de segurança e quer botar banca.

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