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Louis Vuitton anuncia negociações para comprar a joalheria Tiffany

Grupo francês LVMH faz oferta de US$ 14,5 bilhões pela grife americana; se concretizado, negócio seria uma das maiores aquisições da companhia

Por Da Redação - Atualizado em 30 jul 2020, 19h36 - Publicado em 28 out 2019, 13h01

O grupo francês LVMH, dono da grife Louis Vuitton, anunciou nesta segunda-feira, 28, que negocia, ainda de forma preliminar, a aquisição da joalheria americana Tiffany & Co. O dono do grupo, o francês Bernard Arnault, fez oferta de 14,5 bilhões de dólares à joalheria no início de outubro.

“Após os recentes rumores do mercado, o grupo LVMH confirma que iniciou conversações preliminares sobre uma possível operação com a Tiffany”, afirma um comunicado da empresa. “No momento não há nenhuma certeza de que as negociações serão concluídas com êxito”, completa a nota.

A compra da Tiffany pelo grupo LVMH seria uma das maiores aquisições da empresa francesa, líder mundial no setor de luxo, presente na moda, vinhos, perfumes e cosméticos. As discussões entre as duas empresas acontecem depois que o bilionário Bernard Arnault inaugurou uma fábrica da Louis Vuitton no estado do Texas, nos Estados Unidos, em uma cerimônia que teve as presenças do presidente americano Donald Trump e sua filha Ivanka.

No conjunto, o grupo LVMH e suas 70 marcas ─ que incluem Christian Dior, Fendi, Hennessy e Dom Pérignon ─ registrou resultados recordes em 2018, com 46 bilhões de euros de vendas e um lucro líquido superior a 6 bilhões de euros.

A emblemática Tiffany foi fundada em Nova York em 18 de setembro de 1837. A empresa possui 64 lojas no país e outras 103 lojas espalhadas pelo mundo. A matriz, na Quinta Avenida em Manhattan, é considerada um ponto turístico na cidade e está no Registro Nacional de Locais Históricos dos Estados Unidos. A joalheria é mote do filme Bonequinha de Luxo, de 1961, estrelado pela atriz Audrey Hepburn. 

(Com AFP)

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