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Inteligência artificial: as profissões que vão desaparecer

Até 2030, as máquinas devem acabar com metade dos trabalhos existentes hoje

Por André Lopes - 27 jan 2018, 08h00

No momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que a inteligência artificial deixe milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial — evento anual que reúne líderes políticos e empresariais —, que teve início na terça-feira 23 em Davos, na Suíça. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a Inteligência Artificial será de 5 milhões nos próximos dois anos. Reportagem de VEJA desta semana mostra quais são os postos que serão extintos, como o de operador de telemarketing; quais surgirão, como o de arquiteto de realidade virtual; e quais profissões serão exercidas por humanos e robôs, como a advocacia.

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