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Índice que mede tendência de emprego tem maior nível desde abril, diz FGV

Pesquisa indica expectativas mais otimistas para o mercado de trabalho no último trimestre; dados oficiais de emprego em 2019 saem no fim do mês

Por Da Redação - Atualizado em 7 jan 2020, 10h27 - Publicado em 7 jan 2020, 10h12

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas (FGV) encerrou 2019 em seu maior nível desde abril, indicando uma tendência mais otimista do mercado de trabalho, segundo dados da fundação divulgados nesta terça-feira, 7. O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, subiu 1,5 ponto em dezembro na comparação com o mês anterior, chegando a 89,9 pontos, maior leitura desde os 92,5 pontos registrados em abril.

“Depois de passar por alguns meses sem mostrar uma reação clara, o indicador sugere que as expectativas para o mercado de trabalho se tornaram mais favoráveis no último trimestre”, disse o economista da FGV, Rodolpho Tobler.  “Contudo, o patamar ainda baixo do indicador mostra que há um longo caminho pela frente e que o cenário de recuperação gradual se mantém para o início de 2020”, completou.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, teve queda de 0,8 ponto em dezembro, para 95,3 pontos. O comportamento do ICD é semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado.

Os dados de desemprego no Brasil em 2019 serão divulgados no fim do mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na edição mais recente da Pnad, pesquisa que mede o nível de emprego no país, a taxa de desocupação caiu para 11,2% em trimestre encerrado em novembro. No período anterior, encerrado em agosto, era de 11,8%. Apesar disso, o número de pessoas desempregados ainda é grande: 11,9 milhões de desempregados.

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(Com Reuters)

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