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Índice de atividade mantém pressão elevada contra euro

Por Da Redação 5 set 2011, 08h54

Por Cynthia Decloedt

Londres – Os indicadores econômicos mais fracos sobre a atividade econômica na zona do euro e no Reino Unido acentuaram pressão sobre o euro e a libra esterlina, que já vinham prejudicados pela disputa política na Alemanha em meio à crise econômica e financeira na Europa.

O euro é afetado ainda pelo pessimismo nos demais mercados europeus, enquanto o custo de proteção contra calote das instituições financeiras europeias atingiu nova máxima recorde. Às 8h45 (de Brasília), o euro caía para US$ 1,4122, de US$ 1,4205 no final do dia na sexta-feira. O dólar recuava para 76,88 ienes, de 76,82 ienes na sexta-feira. Contra o franco suíço, o euro recuava para US$ 1,1115 franco, de 1,1210 franco; e o dólar cedia para 0,7869 franco, de 0,7885 franco na sexta-feira.

A suspensão das negociações entre o Fundo Monetário Internacional (FMI), a União Europeia (UE) e o Banco Central Europeu (BCE) com a Grécia sexta-feira ainda afastava os investidores do euro, aversão agravada pelo fato de o partido da chanceler Angela Merkel ter perdido espaço em seu estado natal ontem, nas eleições regionais. O resultado pode prejudicar os esforços feitos domesticamente pela chanceler para aprovar as mudanças acertadas pelos líderes europeus na Linha de Estabilidade Financeira Europeia, o fundo de resgate europeu. Na quarta-feira, a corte constitucional da Alemanha irá julgar a legalidade do mais recente pacote de ajuda à Grécia.

“A derrota do partido de Angela Merkel nas eleições regionais durante o fim de semana simplesmente aumenta a percepção de que as dificuldades dentro da Alemanha para salvar o euro podem crescer”, disse o analista do Société Générale, Sebastien Galy.

A leitura final composta do Índice de Gerentes de Compra (PMI, na sigla em inglês) para a zona do euro, um termômetro da atividade manufatureira e de serviços, caiu para 50,7 em agosto (51,1 em julho), a menor leitura em dois anos.

A libra esterlina foi prejudicada ainda pelos números sobre o setor de serviços no Reino Unido, onde o índice de atividade do segmento em agosto teve sua maior queda desde 2001. A moeda ressentia-se ainda de uma nota do Goldman Sachs pedindo ao Banco da Inglaterra para retomar o programa de compra de ativos e prevendo que a taxa de juro ficará inalterada no país até 2013.

No mercado de ações, as bolsas seguiam no vermelho no horário citado acima: Paris (-3,6%), Londres (-2,19%), Frankfurt (-3,78%), Lisboa (-2%) e Madri (-3,2%. As informações são da Dow Jones.

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