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Importação de derivados de petróleo pesou na balança comercial em outubro, diz MDIC

Apesar de o país acumular o maior déficit comercial até outubro desde 1998, governo se mantém otimista e acredita que a balança fechará 2013 no azul

Por Da Redação
1 nov 2013, 17h07

O déficit comercial de 224 milhões de dólares, registrado em outubro, teve influência do forte crescimento nas importações de petróleo e derivados, que somaram 4,2 bilhões de dólares, aumento de 82% em relação a outubro de 2012. O motivo teria sido a parada para manutenção de equipamentos da refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos. “Essa refinaria parou em 19 de setembro e só voltou a operar no fim de outubro”, disse o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Daniel Godinho, nesta sexta-feira, após a divulgação do resultado da balança comercial do mês passado.

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Com o dado de outubro, a balança cumula déficit de 1,832 bilhão de dólares no ano, o pior para o período desde 1998. Apesar com resultado ruim, Godinho afirmou nesta sexta-feira que mantém a expectativa de saldo comercial positivo ao fim de 2013. Segundo ele, o ministério espera um aumento das exportações de petróleo e derivados até o fim do ano, enquanto as importações destes produtos devem cair. “Com melhora da conta petróleo, acreditamos que o resultado irá melhorar”, disse.

As importações de petróleo e derivados, segundo ele, tendem a diminuir até o fim do ano por dois motivos: a volta da operação daquela refinaria e a tendência sazonal de menor consumo de diesel por caminhões e máquinas de colheita no fim do ano, devido à entressafra de grãos. “Do outro lado da balança, outubro foi o segundo mês seguido de crescimento nas exportações de petróleo e acreditamos que a expansão continuará em novembro e dezembro. A presidente Petrobras, Maria das Graças Foster, confirmou nesta sexta-feira a produção ascendente dos produtos. Essa é a expectativa com a qual trabalhamos”, acrescentou.

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O secretário disse ainda que é possível afirmar “com segurança” que haverá melhora na conta petróleo e, consequentemente, na balança comercial no ano que vem. “Teremos resultado melhor que o de 2013”, afirmou.

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(com Estadão Conteúdo)

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