O iFood completa 15 anos em 2026 com um impacto que vai muito além das entregas de comida. Segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), as atividades da plataforma movimentaram 167 bilhões de reais na economia brasileira em 2025, alta de 19% em relação ao ano anterior. O montante equivale a 0,70% do PIB nacional e supera o Produto Interno Bruto estimado de seis estados brasileiros.
O valor movimentado pelo iFood no ano passado foi superior ao PIB estimado de estados como Rondônia, de 88 bilhões de reais, Tocantins, de 74 bilhões de reais, e Sergipe, de 70 bilhões de reais. O resultado mostra a dimensão que o delivery alcançou dentro da economia brasileira e o peso da plataforma na cadeia formada por restaurantes, fornecedores, entregadores e outros setores ligados à operação.
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O impacto também aparece no mercado de trabalho. Em 2025, as atividades relacionadas ao iFood foram responsáveis por 1,18 milhão de postos de trabalho diretos e indiretos, volume equivalente a mais de 1% da população ocupada no país. O número representa crescimento superior a 10% em relação ao ano anterior. “Os resultados desta pesquisa reforçam o papel do iFood como empresa de tecnologia construída no Brasil e para o Brasil, com impacto direto na economia e na vida de milhões de pessoas. Ao longo de 15 anos, investimos de forma consistente no desenvolvimento de soluções locais, ajudando a criar novos hábitos de consumo e ampliando as possibilidades de geração de renda em todo o país”, afirma João Sabino, vice-presidente de políticas públicas do iFood.
Efeito multiplicador
O estudo da Fipe mostra que o impacto econômico da plataforma vem crescendo em ritmo acelerado. Desde 2020, o valor movimentado pelo iFood aumentou 175%, avanço 2,5 vezes superior ao crescimento do PIB brasileiro no mesmo período.
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O chamado efeito multiplicador faz com que os gastos realizados dentro da plataforma tenham reflexos em diferentes etapas da cadeia produtiva. Para cada 1.000 reais gastos no iFood, outros 1.399 reais são gerados na economia, segundo a pesquisa. O estudo estima ainda a geração de 1.114 reais em impostos adicionais para cada 1.000 reais movimentados. “É estimado o impacto em toda a cadeia produtiva: o pagamento dos funcionários da hamburgueria, a produção agrícola dos insumos para fazer o alimento, o combustível consumido no transporte até as embalagens de papel utilizadas para a entrega”, explica Débora Gershon, diretora de Políticas Públicas e Economia do iFood.
O efeito também se espalha para além dos grandes centros econômicos. Embora o Sudeste concentre a maior parcela do impacto, a pesquisa aponta avanço do delivery em diferentes regiões do país, com destaque para Norte e Centro-Oeste.
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O Distrito Federal está entre as regiões em que o impacto econômico do iFood mais avançou em 2025. As atividades da plataforma movimentaram 1,9 bilhão de reais na região, crescimento de 22,4% em relação a 2024, acima da expansão de 19% registrada nacionalmente. O valor corresponde a 0,45% do PIB do Distrito Federal. No total, 21 mil postos de trabalho diretos e indiretos foram associados às atividades do iFood na região.