Ibovespa anda de lado de olho em Oriente Médio, pesquisas eleitorais e balanços de big techs
Mercado brasileiro opera com baixa liquidez em período de agenda macroeconômica mais fraca
O Ibovespa operou de lado nesta terça-feira, 21, fechando em leve desvalorização de 0,03% e estabilizando-se nos 173,3 mil pontos. Em um período de agenda macroeconômica mais fraca, a bolsa de valores brasileira segue em compasso de espera, de olho em movimentações relativas ao Oriente Médio, pesquisas eleitorais e à temporada de balanços das big techs nos Estados Unidos.
Para especialistas, os investidores passam por um movimento de preferência por mercados desenvolvidos, com bolsas europeias e americanas encerrando o dia em alta, ignorando a pressão nos preços do petróleo e otimistas com a temporada de resultados nos EUA. “No Brasil, por outro lado, o mercado tem pouco fôlego, enquanto a curva de juros abre”, afirma Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos.
Entre as ações de peso no principal índice da B3, os bancos operaram no positivo. O Banco do Brasil (BBAS3) liderou os ganhos, com alta de 3,52%, seguido pelo Bradesco (BBDC4), que avançou 0,76%, e pelo Santander (SANB11), que subiu 0,674%. O Itaú (ITUB4) teve valorização de 0,54%.
O dólar, por sua vez, encerrou em baixa, cotado a 5,07 reais. O alívio na taxa de câmbio é impulsionado pelas expectativas em relação à entrada da moeda americana no Brasil, trazida pela balança comercial com petróleo valorizado.
Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise no programa Mercado:







