Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

IBGE: Setor automotivo tem maior crescimento em 11 anos

Redução de impostos e venda de carros novos impulsionaram a venda de veículos

Por André Romani
Atualizado em 13 fev 2019, 16h46 - Publicado em 13 fev 2019, 16h41

O setor de veículos, motos, partes e peças teve um crescimento de 15,1% em 2018 no país, o maior em 11 anos. A alta foi puxada pela redução de impostos e os lançamentos de carros novos. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor apresentou queda em novembro (2,4%) e dezembro (2%). No entanto, em comparação com o ano passado, o desempenho ficou acima de dois dígitos na grande parte dos meses. “É normal que uma queda no final do ano, principalmente após um crescimento grande como foi”, explica a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

Segundo ela, “esse desempenho pode ser explicado pela melhora nas condições de financiamento, refletida na redução das taxas de juros e no aumento do volume de crédito para aquisição de veículos”.

 

Em suma, o estímulo a atividade veio por causa da redução de impostos, com o fim do Inova-Auto, regime que operou no país até 2017 e determinava alíquota de 30% sobre veículos importados. “É um setor que reflete não só o consumo das famílias, mas também a demanda das empesas”, conta ela.

Dados do Banco Central mostram como a procura é intensa. O saldo de crédito a pessoas físicas com recursos livres aumentou 1,2% em dezembro de 2018, com destaque para o financiamento de veículos. A instituição também citou a importância do setor no crédito livre para pessoas jurídicas em todo o ano de 2018.

Continua após a publicidade

No lugar do Inova-Auto entrou o Rota 2030, sancionado no final de 2018, estabelecendo novas regras para o setor. Um exemplo são incentivos fiscais para pesquisas em desenvolvimento tecnológico no Brasil.

Somado a isso, ela coloca o lançamento de muito carros novos no ano passado. “É uma estratégia que movimenta muitas venda no setor”, explica.

Um crescimento desse tamanho não acontece desde 2007, quando o setor teve um desempenho 22,6% maior do que no ano anterior. “Esse crescimento era esperado na medida que teve resultados positivos ao longo do varejo por todo o ano”, completa.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou

Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.