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Guilherme Paulus, da CVC, quer lançar bandeira hoteleira

Empresário do setor de turismo possui dez hotéis e quer expandir o negócio transformando-o em uma rede

Por Ana Clara Costa 18 jun 2012, 11h18

O empresário Guilherme Paulus, fundador e presidente do conselho de administração da CVC Turismo, pretende dar um novo rumo a seus negócios no setor. Dono da GJP Hotéis e Resorts, empresa de investimento em hotelaria que possui nove empreendimentos, o empresário quer transformar seu negócio em uma rede hoteleira, tal como a francesa Accor, a americana Hilton e outras concorrentes. Sem nome definido, o empresário afirmou ao site de VEJA que pretende lançar a marca ainda neste ano. “Estamos estudando uma marca. Temos vários planos de administrar hotéis nas grandes capitais voltadas ao turismo de negócios, tais como Porto Alegre, Vitória e Belo Horizonte”, disse.

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Em 2009, Paulus vendeu dois terços da operadora CVC ao fundo de private equity Carlyle e manteve-se na cadeira de presidente do conselho de administração. Desde então, vem expandindo sua atuação no setor. Por meio da GJP Participações, que não está relacionada à holding de hotéis, o empresário construiu o Saint Andrews, um dos hotéis boutique mais luxuosos do país, localizado em Gramado (RS). O resultado, na avaliação do empresário, foi tão satisfatório que voltará a fazer investimentos semelhantes.

Agora, ele está em busca de casarões em Curitiba, no Rio de Janeiro e em São Paulo para criar novos hotéis no mesmo formato do Saint Andrews: “exclusive houses”, com poucos quartos e atendimento personalizado, como, por exemplo, a presença de um mordomo disponível 24 horas aos hóspedes. “Não é só para a Copa e as Olimpíadas que temos de olhar. É preciso pensar em como o Brasil será representado em 2020, 2030. São Paulo, por exemplo, é uma das principais cidades do mundo. É preciso ter estrutura”, afirma.

O empresário arrematou por 31 milhões de reais, em 2010, o Hotel da Bahia – tradicional empreendimento de Salvador que estava em decadência. Pretende transformá-lo numa espécie de ‘Copacabana Palace’ baiano. “Será um Copacabana atualizado. O hotel é um patrimônio e eu fiz questão de reconstituir todas as obras de arte que estavam ali”, afirmou Paulus, referindo-se às quatro obras do artista plástico Caribé e uma de Genaro de Carvalho, avaliadas em mais de 1,650 milhão de reais.A inauguração está prevista para novembro.

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