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Guedes se diz confiante para aprovação da reforma da Previdência

Ministro participou de encontro com os presidentes dos três Poderes e disse que as manifestações de domingo tiveram saldo positivo

Por Da redação Atualizado em 28 Maio 2019, 11h20 - Publicado em 28 Maio 2019, 11h09

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 28, que está confiante na aprovação da reforma da Previdência. Para ele, as manifestações em apoio ao governo, no último domingo, são um sinal de que “o povo quer mudanças.”

“Estamos confiantes que o Congresso vai aprovar a reforma (da Previdência). Acho que as manifestações simplesmente confirmam a ideia de que o povo quer mudanças”, disse, ao chegar no Ministério da Economia, após café da manhã no Palácio da Alvorada com o presidente Jair Bolsonaro, os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Senado, Davi Alcolumbre, e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

Na semana passada, Guedes disse em entrevista exclusiva a VEJA que, se houver uma mudança muito radical na proposta original da reforma, se aprovarem, como alguns defendem, uma espécie de remendo chamado jocosamente de “reforminha”, ele renunciará ao cargo. “Pego um avião e vou morar lá fora”, declarou.

 

 

Segundo Guedes, o encontro desta terça foi “excelente, em um ambiente ótimo”, sem antagonismo entre os poderes. “Estão todos buscando melhorar o país”, disse. A reforma da Previdência, que propõe alterar as regras de aposentadorias e outros benefícios previdenciários está em tramitação na comissão especial da Câmara dos Deputados. Nesta semana, acontecem as últimas audiências públicas sobre o texto. A expectativa é de que na primeira quinzena de junho o relator do texto no colegiado, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), apresente seu relatório. A proposta já recebeu 54 emendas com propostas de alteração.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Previdência propõe, entre outros pontos, a fixação da idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para os homens para que possam pedir a aposentadoria. A regra valeria para trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos.

(Com Agência Brasil)

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