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Gradiente ressuscita e terá celular e tablet infantil

Meta da empresa é lançar 20 produtos até o final do ano, primeiramente via comércio eletrônico

Por Da Redação
16 Maio 2012, 12h56

A Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD), responsável pelo arrendamento e administração da marca Gradiente, relançou nesta quarta-feira produtos nas linhas de entretenimento, telefonia móvel e dois modelos de tablet (um deles para o público infantil) com a marca Gradiente.

Segundo o presidente da controladora, Fabio Vianna, a meta é lançar 20 produtos até o final do ano. A comercialização será feita por meio do site da Gradiente e em redes varejistas. “O e-commerce deve largar na frente, até que o varejo comece a vender os produtos a partir de junho. Já estamos em negociação com as grandes redes”, afirmou Vianna, completando que “o grande varejo necessita de volume e condições comerciais mais difíceis”.

A operação de comércio eletrônico da companhia começou na segunda-feira, com a venda de tablets e aparelho de Blue-Ray. “O objetivo não será ganhar fatia de mercado, mas sim focar em poucas marcas para obter rentabilidade e remunerar os acionistas”, completou o executivo. O foco da empresa será atingir a classe média.

Expectativa – A meta da companhia para este Natal é vender 50% no varejo físico e 50% na internet, mas não foi publicadas projeções de faturamento e volume vendido. Ao todo, foram investidos 68 milhões de reais na criação da CBTD, no final do primeiro semestre de 2011.

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Quatro investidores aportaram os recursos (Agência de Fomento do Estado do Amazonas, o grupo americano Jabil e os fundos Petros e Funcef) e detém uma fatia de 60% das ações da companhia. Os 40% restante estão nas mãos da família Staub e acionistas minoritários. Vianna afirmou que os resultados da CBTD vão ainda para pagar o arrendamento da marca Gradiente, cujo contrato é de R$ 389 milhões.

O executivo não comentou sobre planos de abrir o capital da companhia, mas a HAG, acionista da CBTD, disse no dia 9 de maio que apresentará à Comissão de Valores Imobiliários um pedido de registro de oferta pública de ações.

(Com Agência Estado)

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