Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Governo usará ‘poder de polícia’ para garantir desconto de diesel

O governo afirmou que o desconto de 46 centavos sobre o preço do litro do diesel deve ser repassado para o consumidor a partir desta segunda-feira

Por Redação Atualizado em 4 jun 2018, 22h57 - Publicado em 4 jun 2018, 15h34

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, anunciou que “a partir de agora” o governo “estará focado na fiscalização” do desconto do preço do diesel nas bombas e vai usar “todo o poder de polícia” para garantir que a redução de 46 centavos chegue às bombas. O governo afirmou que o preço reduzido deve ser repassado para o consumidor a partir desta segunda-feira. Os postos que forem denunciados por descumprir o desconto estão sujeitos a multas que chegam a 9 milhões de reais.

Segundo o ministro, o Ministério de Minas e Energia informou que “a própria BR Distribuidora se antecipou e fez o desconto de todo o seu estoque, independentemente de quanto tenha custado”.

No entanto, a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) e a Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência (Plural) afirmam que o governo errou o cálculo e desconsiderou a mistura de 10% de biodiesel na composição do combustível. Dessa forma, segundo as entidades, a redução máxima na bomba seria de 41 centavos.

Gás

Em relação à falta de gás, o ministro disse que “não há mais o que fazer” e que “as distribuidoras têm de fazer chegar o produto à ponta da linha”. Para o ministro, “já temos o abastecimento normalizado”.

Etchegoyen declarou ainda que, além da fiscalização das bombas, o governo vai acompanhar de perto a investigação da violência contra os trabalhadores que estavam nas estradas, das sabotagens nas linhas férreas e nas torres elétricas e o cumprimento de todos os itens do acordo com os caminhoneiros.

“As investigações continuam, os processos continuam e o governo empenhará os seus meios para que essas pessoas sejam devidamente levadas à Justiça”, declarou o ministro, ao anunciar que o grupo de acompanhamento da normalização “mudou de protagonismo” e “terá como ênfase”, além da fiscalização da garantia do desconto do diesel na bomba, o acompanhamento do “prosseguimento das ações policiais judiciárias, os processos sobre a violência contra caminhoneiros e contra pessoas em geral”.

Segundo o ministro, “a fiscalização será feita com toda a energia e empenho que a situação exige”. Questionado sobre as prisões de agressores anunciadas pelo governo mas que não teriam se concretizado, o ministro disse que “não poderia falar”, mas assegurou que os processos continuam, assim como as ações judiciárias.

(Com Estadão Conteúdo)

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)