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Governo prevê nova CPMF com alíquota quase duas vezes maior que a antiga

VEJA teve acesso a documento do Ministério da Economia que prevê criação de imposto de 0,67% sobre pagamentos e movimentações financeiras

A reforma tributária em estudo pelo governo Bolsonaro envolve a criação de uma velha (e não muito querida) conhecida da população brasileira: a cobrança sobre pagamentos, uma reedição da extinta CPMF. VEJA teve acesso a um documento do Ministério da Economia que detalha as alíquotas que o governo deve apresentar como alternativa ao fim de seis impostos federais. De acordo com os planos do secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, a Contribuição sobre Pagamentos (CP) seria instituída em até seis meses depois de uma possível aprovação do texto, com uma alíquota de 0,19% para, gradativamente, chegar a um tributo de 0,67% ao fim de dois anos para compensar a extinção dos encargos sobre a folha de pagamento de empregados. Leia aqui a reportagem completa em VEJA desta semana.

Entusiasta do imposto sobre pagamentos há anos, Cintra bate de frente com o Congresso Nacional, que rechaça a instituição de um imposto tão impopular. Uma outra proposta de reforma tributária, de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), tramita em estágio avançado na Câmara e tem aceitação maior entre os congressistas. A proposta de Rossi, vale dizer, não envolve a instituição de um imposto sobre pagamentos e, além de mirar nos impostos federais, como faz o governo, ataca também impostos estadual e municipal ─ o ICMS e o ISS.

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Comentários

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  1. ViP Berbigao

    Vamos torcer q dê certo essa cpmf. Mas tem q proibir dinheiro em espécie tb. As operações fora do sistema bancário deve explodir. Sem falar nos ‘arranjos de pagamento’ idem.

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  2. ViP Berbigao

    A carga tributária no Brasil é absurda e metade do que se arrecada é para os bancos via pgto juros da divida pública. Dados do orçamento oficial da União.

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  3. ViP Berbigao

    Cortem pela metade a carga tributaria q o cidadão vai ter mais poder de consumo e a economia volta a crescer.

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  4. ViP Berbigao

    Cortem pela metade a carga tributaria q a gente terá mais poder de consumo e a economia volta a crescer.

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  5. ViP Berbigao

    Cortem pela metade q a gente terá mais poder de consumo e a economia volta a crescer.

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  6. Paulo Bandarra

    Bolsonaro é um presidente de palavra. Furada, mas é de palavra.

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  7. Pedro Morais

    Queremos um Estado mais leve, com ZERO privilégios!! Basta de 72 impostos!! Queremos que sejam PRIVATIZADAS todas ESTATAIS!!

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  8. Claudio Dufech Castilhos

    Não passa no congresso

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  9. Paulo Bandarra

    A Cobrança de Pagamentos não tem pescoço. Depois é só ir aumentando a alíquota.

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  10. Antonio Torina

    O fantasma dessa maldita CPMF não desaparece das mentes dos “criativos” políticos. Entra governo, sai governo e sempre volta à tona a ameaça de mais um imposto! Quando se fala no Brasil em reforma de alguma coisa, é sempre para favorecer o Tesouro e nunca o contribuinte. Por que não instituem o imposto único nos moldes norte americanos? Não deve ser ruim! Basta comparar a potência deles com a nossa!

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