Clique e assine a partir de 9,90/mês

Funcionários de 6 linhas da CPTM aderem à greve; veja quem para

Trabalhadores de quatro das seis linhas da região metropolitana de São Paulo decidiram na última terça-feira que participarão da greve do dia 28

Por Da redação - Atualizado em 27 abr 2017, 16h34 - Publicado em 27 abr 2017, 16h26

Os ferroviários das seis linhas que atendem a região metropolitana de São Paulo da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram aderir à greve deste dia 28 convocada pelas centrais sindicais contra as reformas trabalhista e da Previdência. A decisão foi tomada pelos três sindicatos que representam os funcionários na noite da última terça-feira.

Segundo os sindicatos, não haverá a circulação de trens, pois a recomendação é de paralisação total, e não será mantida em funcionamento a quantidade mínima exigida pela lei para serviços considerados essenciais.  Os trabalhadores das linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, e 12-Safira decidiram pela paralisação em assembleia.

Já a direção do sindicado os funcionários das linhas 8-Diamante, 9-Esmeralda optou pela adesão, mas não houve assembleia por motivos regimentais e os representantes sindicais vão orientar os ferroviários a não trabalhar. A decisão de parar ou não, nesse caso, vai depender de cada trabalhador individualmente.

Os parlamentares analisam hoje em plenário as mudanças na CLT, e o projeto tramita com regime de urgência. A expectativa é que as mudanças na aposentadoria sejam votadas no dia 2 de maio.

Continua após a publicidade

Algumas categorias, como a dos funcionários dos Correios, decidiram entrar em greve a partir da 0h desta quinta-feira. Entre as categorias que aderiram à greve estão entidades de representação dos motoristas e cobradores de ônibus, metroviários, professores, aeroviários de São Paulo e Guarulhos, entre outras.

Veja quem para na greve do dia 28 de abril:

Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP)

Os professores das escolas privadas do estado de São Paulo confirmaram que vão aderir à greve geral na tarde da última sexta-feira. Os pedagogos estão fazendo um trabalho de mobilização que envolve visitas às escolas e distribuição de boletins, adesivos e camisetas.

Além de São Paulo, professores de outros estados também irão paralisar as atividades, como os docentes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Alagoas.

Continua após a publicidade

Federação dos Trabalhadores em Segurança e Vigilância Privada (Fetravesp)

Os trabalhadores dessa categoria também aderiram às paralisações da próxima sexta-feira. Em comunicado no site do sindicato, a federação pede que os trabalhadores participem do ato no Largo da Batata.

Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxista Intermunicipal do Estado de São Paulo (SindimotoSP)

O sindicato confirmou a participação nas paralisações e no ato do Largo da Batata, juntamente à União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Continua após a publicidade

Federação Nacional dos Petroleiros (FNP)

A federação confirmou que vai paralisar as atividades durante o dia 28 de abril para aderir à greve geral. Os cinco sindicatos filiados à FNP também irão participar da paralisação, como o Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista.

Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon – SP)

O sindicato irá paralisar suas atividades no dia 28 de abril, para aderir à greve geral.

Continua após a publicidade

Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes / ABC 

Tanto o sindicato dos trabalhadores da região de São Paulo e Mogi das Cruzes, quanto os do ABC confirmaram que irão aderir à greve geral da próxima sexta-feira e participar da manifestação no Largo da Batata.

Sindicato dos Metroviários de SP

Os metroviários confirmaram a participação na greve. A paralisação será durante o dia inteiro. Os sindicalistas estão fazendo divulgação do ato nas estações de metrô e dentro dos vagões.

Continua após a publicidade

Sindicato dos Rodoviários

O Sindicato dos Rodoviários do ABC confirmou paralisação durante todo o dia 28 de abril. A greve irá atingir as empresas de ônibus de todas as cidades do Grande ABC.

Sindicato dos Bancários de SP e região

Os trabalhadores do sindicato também irão parar durante todo o dia de greve.

Continua após a publicidade

Sindicato dos Correios

O sindicato irá antecipar a greve para o dia 26 de abril, às 22h, e promete manterá a paralisação por tempo indeterminado. As reivindicações da categoria incluem críticas à gestão da empresa, como proibição de férias até maio de 2018, defasagem salarial e congelamento de contratações de funcionários desde 2011.

Sindicato dos Servidores Municipais de SP

O sindicato confirmou participação na greve geral do dia 28, mas ainda não determinou se a paralisação durará o dia inteiro.

Continua após a publicidade

Sindicato dos Professores Municipais (SINPEEM) e Estaduais (APEOESP):

As duas categorias irão parar durante todo o dia 28 de abril. O protesto será contra as reformas do presidente Michel Temer e a reposição salarial.

Sindicato dos Aeronautas

Os trabalhadores filiados ao Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) decidiram nesta segunda-feira entrar em estado de greve. A entidade realiza nova assembleia na quinta para decidir se adere à greve geral marcada para sexta-feira

Continua após a publicidade

Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e a Família do Estado de São Paulo (Sitraemfa)

A categoria aprovou paralisação em assembleia realizada no último diz 19 e vai paralisar as atividades por 24 horas no dia 28

Sindicato dos Comerciários em Osasco (Secor) e em Sorocaba (Sincomércio)

Ambas as entidades são representadas pela CUT.

Continua após a publicidade

Sindicato dos Químicos de São Paulo

O sindicato aprovou o indicativo de greve em abril, em meio à campanha salarial da categoria.

Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio em Conservação e Limpeza Urbana e Áreas Verdes de Santos (Siemaco)

O sindicato avisou as empresas da região que os trabalhadores decidiram parar após assembleia realizada há duas semanas.

Continua após a publicidade

Sindicato dos Eletricitários de São Paulo

Os trabalhadores do setor aprovaram em assembleia realizada no dia 12 de abril, por unanimidade, a paralisação para a próxima sexta-feira

Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Jundiaí, Sorocaba, São Carlos e Vale do Paraíba

No ABC, houve assembleia em São Bernardo na última segunda feira. Os sindicatos do interior também decidiram atender à convocação da CUT, à qual são filiados.

Continua após a publicidade

Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo

O sindicato da categoria informou no último dia 20 os órgãos governamentais no qual tem trabalhadores – como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – sobre a decisão de paralisar as atividades.

Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos

Os aeroviários decidiram na última segunda-feira a aderir à convocação das centrais sindicais. A categoria abrange os profissionais das empresas aéreas que trabalham em funções como o check-in, auxiliar de serviços gerais, mecânicos de pista.  

Continua após a publicidade

Sindicato dos Aeroviários no Estado de São Paulo

Os aeroviários do estado também vão parar na sexta-feira, segundo decisão da categoria em assembleia na última terça-feira. A recomendação é de interrupção de 100% das atividades.

Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo

Os motoristas vão suspender o trabalho a partir da meia noite de sexta-feira, e a paralisação será de 100%. A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta quarta-feira.

Continua após a publicidade

Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Sintaema)

Os trabalhadores decidiram ontem, em assembleia, pela adesão à greve geral. O sindicato representa os trabalhadores da Sabesp, Cetesb, Fundação Florestal e algumas empresas privadas de saneamento ambiental. O Sintaema informou que por se tratar de serviços essenciais, serão mantidos os plantões de emergência e a população não será prejudicada.

Publicidade