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Forma Fina faz curadoria no Brasil no rastro da Fancy

Startup brasileira recebe injeção de 3 milhões de reais para reforçar operação e acredita que ponto forte é curadoria local

Por Érica Polo - 15 out 2013, 07h26

A experiência de descobrir o novo – e porque não, raro – em apenas um clique. Pode ser uma cadeira, uma almofada, uma garrafa de água, a questão é: não há muitos de cada um desses produtos por aí. É assim, praticamente trabalhando itens para colecionadores, que a startup brasileira da Forma Fina quer conquistar seu público-alvo já bem definido no Brasil. A companhia iniciou sua operação no Brasil em janeiro deste ano e segue a linha da Fancy, uma rede social e e-commerce com curadoria de produtos.

Mesmo recém-chegada, já atraiu injeção de 3 milhões de reais em recursos que vão ser utilizados no reforço de sua operação. O dinheiro vem de um grupo de fundos de investimentos, como IG Angels, El Paso Advisors, Start Capital, 500 Startups, Plug&Play e Red Points, e será aplicado em marketing e para reforçar a estrutura comercial.

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Parte da verba será usada para afinar pesquisas sobre o universo de consumidores em potencial nas redes sociais. O público do e-commerce é bem específico. São fãs de artigos descolados, inovadores, raros e, mais do que tudo isso, são pessoas aficionadas pela experiência de descobrir o novo, sobretudo quando o tema é design. O ‘novo’ não deve faltar, já que a Forma Fina pretende apresentar de uma a três novas coleções de itens diariamente, garante o iraniano Nima Pourshasb, fundador da empresa. Abaixo, saiba mais sobre a estratégia da startup.

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