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Focus: Dólar deve fechar 2018 em R$ 3,70, projeta mercado

Expectativa de inflação apresentou ligeira queda: economistas consultados revisaram previsões de 4,17% para 4,15%

Por Estadão Conteúdo
Atualizado em 16 jul 2018, 10h28 - Publicado em 16 jul 2018, 10h21

O relatório de mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, 16, pelo Banco Central (BC), mostrou manutenção no cenário para o dólar em 2018. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em R$ 3,70, mesmo valor projetado na última pesquisa, divulgada na semana passada. Há um mês, a previsão era de R$ 3,63.

Já para 2019, a projeção dos economistas do mercado financeiro para o câmbio no fim do ano passou de R$ 3,60 para R$ 3,68, ante os R$ 3,60 registrados quatro pesquisas atrás.

Inflação

Os economistas do mercado financeiro reduziram a previsão para o IPCA – o índice oficial de preços – de 2018. A mediana para a inflação este ano foi de 4,17% para 4,15%. Há um mês, estava em 3,88%. Já a projeção para o índice em 2019 permaneceu em 4,10%. Quatro semanas atrás, também estava em 4,10%.

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Em 6 de julho, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA de junho subiu 1,26%, sob o efeito da greve dos caminhoneiros, que perdurou até o início do mês passado. A taxa acumulada no primeiro semestre foi de 2,60% e nos 12 meses encerrados em junho de 4,39%.

Juros

Em relação aos juros para o fim de 2018 e 2019, as expectativas não mudaram. A mediana das previsões para a Selic este ano seguiu em 6,50% ao ano. Há um mês, estava no mesmo patamar. Já a projeção para a Selic em 2019 permaneceu em 8,00% ao ano, igual ao verificado há quatro semanas. Em 20 de junho passado, o Copom manteve a Selic no patamar de 6,50% ao ano. Na decisão, o colegiado não deu sinais de que vá manter os juros neste nível nos próximos meses, ao contrário do que fez na reunião anterior, de maio.

O Copom procurou ressaltar que as próximas decisões sobre juros dependerão da evolução da atividade, dos riscos para a inflação e das projeções para os índices de preços. Isso foi reiterado tanto na ata do Copom quanto no Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgados no fim de junho.

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