Veja Digital - Plano para Democracia: R$ 1,00/mês

Fed reconhece que o petróleo mais barato não beneficia a todos

Segundo Livro Bege, queda dos preços motivou americanos a gastarem mais no fim do ano passado, mas afetou quem depende da indústria do insumo

Por Da Redação 14 jan 2015, 17h29

A queda dos preços do petróleo motivou muitos americanos a gastar mais livremente em novembro e dezembro, mas também pesou sobre aqueles cuja remuneração depende da commodity, informou nesta quarta-feira o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em seu relatório do Livro Bege. Os preços do petróleo têm recuado desde junho, refletindo, em parte, a desaceleração econômica global e a maior produção petrolífera nos EUA e na Arábia Saudita. Atualmente, o barril do Brent está em sua menor cotação em quase seis anos, perto de 45 dólares.

Do lado positivo, o relatório mostrou que alguns consumidores foram incentivados pelos preços mais baixos de gasolina, o que acabou impulsionando as vendas na temporada de fim de ano. Sempre que o preço do barril do petróleo despenca, a atividade varejista é beneficiada, pois os custos de logística diminuem, o que acaba implicando em queda dos preços dos produtos.

Na outra ponta, os Estados produtores de petróleo estão sofrendo as consequências. O Livro Bege relatou que a atividade empresarial em Dallas, no Texas, desacelerou – é um importante player da indústria de petróleo dos EUA.

Leia mais:

Mundo cresce mais com queda do petróleo, aponta FMI

Continua após a publicidade

Preços do petróleo vão se estabilizar, preveem ministros

Petróleo fecha abaixo de US$ 60 pela 1ª vez em 5 anos

O relatório informou ainda que, embora a produção de produtos e serviços relacionados a energia, como a perfuração de poços de petróleo, tenha aumentado, “a demanda geral por produtos e serviços relacionados a energia enfraqueceu um pouco”.

Compilado pelo Fed de São Francisco, o relatório mostrou, de maneira geral, que a economia americana continuou crescendo, de acordo com os relatos coletados em todo o país até 5 de janeiro. Segundo o documento, a maioria dos distritos relatou ritmo “modesto” ou “moderado” de crescimento.

(Com agência Reuters)

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Plano para Democracia

- R$ 1 por mês.

- Acesso ao conteúdo digital completo até o fim das eleições.

- Conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e acesso à edição digital da revista no app.

- Válido até 31/10/2022, sem renovação.

3 meses por R$ 3,00
( Pagamento Único )

Digital Completo



Acesso digital ilimitado aos conteúdos dos sites e apps da Veja e de todas publicações Abril: Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Placar, Superinteressante,
Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)