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FecomercioSP mostra aumento na intenção de consumo

Por Da Redação
3 ago 2012, 12h16

Por Wladimir D’Andrade

São Paulo – O indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgado nesta sexta-feira pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), voltou a crescer em julho, após dois meses de queda, e chegou a 142,3 pontos, ante 138,9 em junho, o que significa uma alta de 2,5%. Na comparação com julho de 2011, a variação também foi de 2,5%. O indicador oscila em uma escala de 0 a 200 pontos e demonstra otimismo quando acima dos 100.

A Perspectiva de Consumo subiu 5,6% e o Nível de Consumo Atual apresentou alta de 4,2% sobre junho, atingindo, respectivamente, 142,6 e 111,4 pontos. “O resultado desses itens mostra que as famílias paulistanas estão mais propensas a consumir agora do que no mesmo período de 2011”, afirmou a entidade, em nota. O subíndice Acesso a Crédito também registrou expansão expressiva, de 4,8%, e atingiu 162 pontos, o maior nível entre os itens avaliados pelo ICF, que ouviu 2.200 consumidores no município de São Paulo.

Os dois itens relacionados ao mercado de trabalho, Emprego Atual e Perspectivas Profissionais, subiram 1% e 4,1%, respectivamente, para 142,5 e 145 pontos. Apenas dois subíndices, entre os sete que compõem o ICF, apresentaram recuo em julho sobre o mês anterior: Renda Atual, com variação negativa de 0,2%, para 147,9 pontos, e Momento para Duráveis, que caiu 1,7%, para 145 pontos.

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De acordo com a FecomercioSP, a redução de preços, dos juros e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre alguns produtos do varejo favoreceu a contratação de crédito, uma vez que as famílias têm mais segurança em poder quitar o financiamento. “Entretanto, o aumento registrado em julho não significa uma mudança de tendência”, apontou o documento. “Em um cenário turbulento como o atual, é natural que as famílias flutuem a sua satisfação de acordo com as notícias da atividade econômica”.

Presentes – Para o Dia dos Pais, no próximo dia 12, a expectativa do comércio brasileiro é de crescimento de 3,5% ante a mesma data de 2011, informou a Confederação Nacional dos Lojistas (CNDL). Pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), também divulgada nesta sexta-feira mostra que 41% dos consumidores não vão comprar presente para comemorar a data. Desses entrevistados, 18% alegaram falta de dinheiro e 61% disseram que não vão presentear por motivos pessoais (pai falecido, doente, distante, entre outras razões).

As mulheres são as que demonstram maior intenção de presentear no Dia dos Pais, com 63% deinteção, ante 50% entre os consumidores masculinos. A maior parte dos entrevistados deixará a compra para a última hora: 77% vão escolher o presente na semana que antecede a data. Roupas e calçados são os itens mais cotados, com 56% das intenções de compra.

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