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Eslováquia alcança acordo para fundo de resgate do euro

Com o acordo, país permite expansão de fundo e encerra crise na zona do euro

Por Da Redação 12 out 2011, 14h48

O acordo na Eslováquia vem após a Comissão Europeia lançar um plano com cinco pilares para salvar a zona do euro

Líderes políticos da Eslováquia chegaram nesta quarta-feira a um acordo para a aprovação do fundo de resgate da zona do euro após intensos debates, efetivamente encerrando uma crise que ameaçava o processo para uma solução da dívida instalada no bloco.

Na terça-feira, o governo da Eslováquia havia perdido um voto de confiança para garantir o fortalecimento do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF). Mas nesta quarta-feira, a oposição liderada por Robert Fico e partidos governistas chegaram a um acordo para aprovar o plano. “O acordo torna possível que votemos amanhã à noite ou no máximo na sexta-feira o FEEF, e as leis vinculadas ao fundo serão aprovadas”, disse Fico, líder oposicionista e ex-primeiro-ministro.

O país de apenas 5,4 milhões de habitantes –menos de 2% da população do bloco do euro– era o único a não confirmar o plano para aumentar o poder da União Europeia para conter a crise da dívida. A confirmação de todos os 17 integrantes do bloco é necessária para o plano ser colocado em ação.

O acordo na Eslováquia vem após a Comissão Europeia lançar um plano com cinco pilares para salvar a zona do euro.

Grécia – Inspetores da UE e do Fundo Monetário Internacional deram luz verde na terça-feira para a Grécia receber uma nova parcela de ajuda necessária para evitar uma moratória, mas os novos dados mostraram que o déficit orçamentário grego está crescendo, e fiscais de impostos gregos prometeram entrar em greve na próxima semana para protestar contra cortes salariais e de pensões.

A Alemanha e a França prometeram fazer propostas para um novo plano abrangente até o final do mês, imprimindo esperança nos mercados financeiros. Na quarta-feira o euro atingiu o nível mais alto em quase um mês, em relação ao dólar. Mas fontes dizem que ainda falta muito para os dois países poderem chegar a uma solução.

(Com Reuters)

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