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Emprego permanece abaixo do nível pré-crise, mostra OCDE

Relatório mostra que mercado de trabalho está menos aquecido do que antes da quebra do Lehman Brothers, em 2008

Por Da Redação 22 jan 2013, 12h02

Quatro anos após o estouro da crise financeira mundial, os níveis de emprego nas economias desenvolvidas ainda não se recuperaram, segundo relatório divulgado nesta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A entidade, com sede em Paris, disse que 65% da população em idade de trabalhar estava empregada nos 34 países que compõem a organização no terceiro trimestre de 2012 – a mesma parcela do trimestre anterior. No segundo trimestre de 2008, antes de o Lehman Brothers falir e colocar o sistema financeiro global em perigo, essa participação era de 66,5%.

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A pesquisa, no entanto, mostra um grande descompasso na recuperação dos mercados de trabalho das principais economias. A Alemanha teve o melhor desempenho no terceiro trimestre, com uma fatia de 73% de pessoas empregadas, bem acima dos 69,8% registrados antes da crise. Houve melhora também em relação ao segundo trimestre de 2008 na Áustria, Chile, México, Polônia, Hungria, Suíça e Turquia.

Já as maiores quedas no nível de emprego foram verificadas em países da zona do euro que enfrentam longas crises fiscais e bancárias. Na Grécia, a participação de empregados foi de 50,4% no terceiro trimestre do ano passado, ante 62% no segundo trimestre de 2008, enquanto na Irlanda, a parcela caiu para 58,8%, de 68,3%, e em Portugal, essa fatia recuou para 61,9%, de 68,5%. Houve forte piora também na Espanha e Eslovênia, segundo a OCDE.

Graças em boa parte à forte performance da Alemanha, a taxa de emprego da zona do euro como um todo caiu menos que nos EUA. Na maior economia do mundo, a taxa foi de 67,1% no terceiro trimestre, ante 71,2% no segundo trimestre de 2008. Nos 17 países que compartilham o euro, a taxa média apresentou queda de 2,1 pontos porcentuais.

(Com Estadão Conteúdo)

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