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Emirates provoca United após companhia arrastar passageiro

Companhia aérea manda uma resposta ao CEO da United, que teria dito que as empresas do golfo não são aéreas de verdade

Por Da redação - Atualizado em 12 Apr 2017, 19h29 - Publicado em 12 Apr 2017, 19h00

A Emirates Airline aproveitou a polêmica envolvendo a United Airlines para provocar a companhia aérea americana. Em vídeo publicado nas redes sociais, a Emirates manda um recado para o CEO da United, Oscar Munhoz, que teria dito que as empresa do golfo não são companhias aéreas de verdade.

Como resposta, a Emirates afirma: “não só somos uma companhia aérea de verdade, como somos a melhor”, em referência aos prêmios dados para a empresa pelo site TripAdvisor de melhor companhia aérea do mundo, melhor classe econômica e melhor primeira classe.

Um vídeo mostrando um passageiro sendo arrastado à força de dentro de um avião da United Airlines viralizou nos últimos dias. Além de afetar o valor de mercado da companhia, a United teve sua imagem arranhada e foi duramente criticada em várias partes do mundo.

A Emirates ainda faz uma brincadeira com o slogan da United no vídeo: “Fly the friendly skies with a real airlines” (voe pelos céus amigáveis com uma aérea de verdade). O slogan da United é “Fly the friendly skies” – voe pelos céus amigáveis.

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United muda procedimento

A United Airlines informou que não vai mais usar agentes de segurança para retirar passageiros de voos com overbooking. A decisão acontece após a polêmica global envolvendo a retirada de um passageiro à força de um voo.

“Não vamos usar um agente de segurança para remover um passageiro pagante que esteja sentado”, disse o presidente-executivo da United Continental Holdings, Oscar Muñoz, à rede de televisão ABC News. “Não podemos fazer isso.”

Muñoz afirmou que o incidente registrado no domingo foi resultado de uma “falha de sistema” que impediu que funcionários da empresa usassem o “senso comum” na situação e que o médico David Dao, o passageiro arrastado do avião antes da decolagem, não tem responsabilidade.

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Uma petição online que pede a renúncia de Muñoz do comando da empresa recebeu mais de 45 mil assinaturas até a manhã desta quarta-feira, mas ele afirmou à ABC que não tem planos de deixar a empresa por causa do incidente.

(Com Reuters)

 

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