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Economia brasileira contraiu 1,20% no 2º trimestre, mostra prévia

Segundo IBC-Br, divulgado nesta sexta pelo Banco Central, apenas em junho, a atividade econômica caiu 1,48% em relação a maio, a maior em mais de um ano

Por Da Redação 15 ago 2014, 08h54

O que é?

O IBC-Br é divulgado mensalmente pelo Banco Central e incorpora estimativas da produção dos setores de serviços, indústria e agropecuária. É considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB).

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 1,48% em junho sobre maio, fechando o segundo trimestre com queda de 1,20% contra o período anterior, de acordo com dados dessazonalizados do Banco Central. A contração mensal é a maior desde maio do ano passado, quando o indicador recuou 1,68%.

Analistas consultados pela Reuters esperavam queda de 1,30%, de acordo com a mediana de 23 projeções que foram de recuo de 0,50% a 1,80% no sexto mês do ano. Na comparação de junho com o mesmo mês de 2013, porém, a queda foi ainda mais significativa, de 2,68%.

Considerando o acumulado do ano, de janeiro a junho, o IBC-Br mostra quase uma estagnação, ao registrar crescimento de apenas 0,08%, como mostrou o BC nesta sexta-feira. Em 12 meses até junho, a alta é maior, de 1,41%.

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Segundo o diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo, não é correto afirmar que a variação do PIB do Brasil foi negativa no segundo trimestre tendo como base o IBC-Br. O diretor, que participa de seminário em São Paulo, disse que a projeção do BC para o PIB é a que consta no Relatório de Inflação, ou seja, de 1,6% para 2014.

(com agência Reuters)

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