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Dólar volta a cair e fecha cotado a R$ 1,761

Por Da Redação 18 out 2011, 15h56

Por Silvana Rocha

São Paulo – O dólar à vista no balcão e o contrato de novembro de 2011 na BM&F exibiram forte volatilidade no mercado brasileiro hoje, num comportamento diferente do registrado nas sessões anteriores, quando assumiu ou o sinal negativo ou o positivo durante os pregões. O vaivém da moeda norte-americana ante o real também foi mais amplo do que a oscilação da divisa ante seus principais pares no exterior e expressou, sobretudo, a persistente inquietação dos agentes financeiros com o noticiário internacional envolvendo China, zona do euro e Estados Unidos.

O mal-estar da manhã, no entanto, foi aplacado desde o começo da tarde em parte pelo fluxo cambial levemente positivo no mercado local e ainda pela melhora das bolsas nos EUA e da Bovespa, segundo operadores ouvidos pela AE. Além da elevação do índice de sentimento de confiança das construtoras norte-americanas, para 18 em outubro, o maior nível desde maio de 2010, trouxe ânimo novo aos investidores a possibilidade de a União Europeia aprovar hoje uma legislação limitando o uso da venda a descoberto (short selling) de CDS (Credit Default Swaps), bônus soberanos e ações.

Por isso, após subir até R$ 1,7860 (+1,25%) na sessão matutina, o dólar no balcão desacelerou e caiu no início da tarde até a mínima de R$ 1,7590 (-0,79%). No fechamento, o dólar balcão recuou 0,17%, para R$ 1,7610.

Na BM&F, o dólar pronto descolou-se do vaivém das cotações no balcão e moveu-se com sinal de alta o tempo todo hoje em meio à liquidez reduzida nesta plataforma de negociação. A moeda à vista na BM&F encerrou com ganho de 0,54%, a R$ 1,7619, com giro financeiro de cerca de US$ 172,250 milhões.

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