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Dívida pública recua 0,17% em agosto, a R$ 2,17 trilhões

Débitos totais, que incluem dívida interna e externa, somaram R$ 2,169 trilhões de reais. Considerando só o débito interno, houve diminuição de 0,33%

Por Da Redação - 25 set 2014, 16h55

O estoque da dívida pública federal (DPF) caiu 0,17% em agosto, atingindo 2,169 trilhões de reais. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Tesouro Nacional. Em julho, o estoque estava em 2,173 trilhões de reais. A correção de juros no estoque da DPF foi de 15,174 bilhões de reais no mês passado.

A DPF inclui a dívida interna e externa. A interna (DPMFi) caiu 0,33% e fechou o mês em 2,075 trilhões de reais. Já a dívida externa (DPFe) ficou 3,53% maior, somando 94,42 bilhões de reais em agosto.

Os estrangeiros aumentaram a aquisição de títulos do Tesouro Nacional em agosto. A participação desses investidores no estoque da DPMFi subiu de 18,52% em julho para 18,80% em agosto, somando 390,16 bilhões de reais. Em julho, o estoque estava em 385,67 bilhões de reais.

As instituições financeiras aumentaram de 28,25% em julho para 28,43% em agosto sua participação do estoque da dívida interna. Os Fundos de Investimentos seguiram o mesmo caminho e elevaram sua fatia de 21,17% para 21,21% no período. Na contramão, as seguradoras reduziram sua participação de 4,03% para 3,98%, enquanto a da categoria Previdência passou de 17,42% para 17,26% no período.

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Prazo e correção – A parcela da DPF a vencer em 12 meses caiu de 27,70% em julho para 25,91% em agosto, segundo o Tesouro Nacional. O prazo médio da dívida subiu de 4,41 anos em julho para 4,47 anos em agosto. O custo médio acumulado em 12 meses da DPF passou de 11,04% ao ano em julho para 10,83% ao ano em agosto.

A parcela de títulos atrelados à Selic na DPF foi a única categoria que ficou fora das bandas do Plano Anual de Financiamento (PAF) em agosto, com participação de 20,21%. A meta é que esses papeis encerrem o ano entre 14% e 19%.

A participação de títulos prefixados subiu de 39,03% em julho para 40,74% em agosto, dentro da banda do PAF, que vai de 40% até 44%. Os títulos remunerados pela inflação caíram para 34,81% do estoque da DPF em agosto, ante 37,01% em julho. O resultado fez com que a categoria voltasse para a banda do PAF, que vai de 33% a 37%.

Os papéis cambiais elevaram a participação na DPF de 4,10% em julho para 4,24% em agosto.

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(Com agência Reuters e Estadão Conteúdo)

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