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Startups brasileiras avançam rumo ao reconhecimento internacional e país segue apostando em eventos com players de mercado

Não é só de inovação que vive uma startup, entretanto, não há startup sem que haja capacidade de inovar. Se por um lado a criatividade munida de técnica é matéria-prima para estas jovens empresas, por outro também se faz chamariz para grandes players que procuram, justamente, aqueles capazes de apresentar novas soluções para os mais diversos mercados. Um exemplo – que também se tornou fato histórico – foi o caso da startup 99.

A empresa brasileira se tornou o primeiro unicórnio do país após ter sido comprada pela DiDi, gigante chinesa no ramo de aplicativos de transporte, por US$ 960 milhões e avaliada em US$ 1 bilhão. A confirmação da compra ocorreu no primeiro semestre de 2018 e abriu caminho para outros nomes de destaque no universo das startups – entre eles o Nubank, iFood e Movile. Este marco revela não apenas a qualidade dos serviços oferecidos por startups brasileiras, mas também o interesse de empresas nacionais e estrangeiras nas soluções que surgem de tempos em tempos. Conectar estas duas realidades – a de quem cria e a de quem busca investir em inovação – é indispensável. Por este motivo, eventos como o “Breaking the Wall” desempenham papel fundamental para o crescimento deste nicho de mercado.

Marcado para hoje, 20 de fevereiro, o encontro é organizado pela StartSe e realizado na sede da empresa – cujo foco é empreendedorismo e inovação. A ideia é reunir startups de Marketing e vendas a players mais maduros de mercado para que possam não apenas conhecer uns aos outros, como também suas estratégias no intuito de gerar parcerias.

“O principal objetivo do ‘Breaking the Wall’ é gerar produtividade para áreas estratégicas de empresas estabelecidas, através da conexão com startups”, explica Pedro Lobel, Executivo de Corporate da Startse. Em sua visão, é necessário se atentar para questões do tipo “Como essas áreas podem ser mais assertivas, mais ágeis ou mais econômicas?”, pontua.

Ciclos de inovação e rodadas de pitch

O “Breaking The Wall” aborda setores como “Recursos Humanos & Jurídico”, “Marketing & Vendas”, “Financeiro & PMO” e “TI & Compras” durante rodadas mensais. Para além destes nichos, outras expertises também são bem-vindas como, por exemplo, Comunicação e Newswire.

“Nós, das startups, precisamos de rodadas que facilitem a chegada das nossas soluções para empresas consolidadas com milhares de funcionários”, explica Felipe Pestana, Diretor e Sócio do DINO – Divulgador de Notícias, que complementa ao ressaltar que “por outro lado, elas [as empresas consolidadas] precisam de soluções como as nossas para manter a vantagem competitiva”. Com foco em publicação de conteúdos noticiosos nos principais portais e agências de jornalismo do país, a startup também integrará o evento e Pestana reconhece a importância desta participação. “Eu fico feliz por participar de mais um Breaking the Walls porque acho uma oportunidade única de mostrar às empresas o que é um serviço de newswire como o do DINO”, conclui.

Também estão presentes nomes de destaque no mercado brasileiro, entre eles OAS, Heineken, Ricardo Eletro, I9 empreendimentos e Hospital Israelita Albert Einstein. Durante o Breaking the Walls são feitas rodadas de pitch para que as startups apresentem suas soluções às empresas convidadas com o objetivo de se tornarem fornecedoras de serviço.

Mais informações: lobel@startse.com.

Website: https://www.startse.com