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Dilma quer incluir mais medidas na política industrial

Guido Mantega garante que nova política "não será um fracasso"

Por Da Redação 28 jul 2011, 09h40

Para evitar um fiasco no anúncio da nova política industrial, marcado para a próxima terça-feira, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira que novas medidas sejam incluídas no pacote para compensar a perda de competitividade do setor industrial brasileiro provocada pela valorização excessiva do real.

A ordem para reforçar as medidas voltadas para o setor manufatureiro foi dada pela presidente durante reunião com os ministros da Fazenda, Guido Mantega; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; e da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. O dever de casa será apresentado pelos ministros à presidente numa nova reunião marcada para esta sexta-feira.

Nesse novo cenário, desonerações tributárias podem ganhar mais força no pacote. O Ministério da Fazenda resistia a reduções expressivas de tributos diante do atual quadro fiscal e gostaria de apostar as fichas na desoneração da folha de pagamentos das empresas, de maior abrangência econômica.

Como a medida não sairá neste momento, a área econômica terá de reforçar o pacote. “A nova política industrial não será um fiasco e terá medidas importantes”, garantiu o ministro Guido Mantega, por meio de assessores.

Os produtos manufaturados com valor agregado mais alto serão o principal foco do pacote, apesar de trazer metas também para aumentar a inovação tecnológica no país. A nova versão da política industrial terá metas e medidas até 2015 para o aumento dos investimentos e inserção de empresas no mercado internacional. Também trará linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que devem privilegiar setores com maior uso de conteúdo nacional.

O início da produção de tablets no Brasil já foi considerado pelo ministro Fernando Pimentel como a “ponta do iceberg de uma política industrial muito ambiciosa”; ou seja, o governo quer estimular a produção e uso de componentes nacionais em todos os setores e a transferência tecnológica.

(com Agência Estado)

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