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Depois de ser vendida por Eike, IMX sai do consórcio do Maracanã

Empresa vendeu participação no estádio para a Odebrecht, que agora controlará 95% da operação

Por Da Redação - 15 Jan 2015, 19h21

A IMX, empresa de investimentos em negócios de entretenimento que foi de Eike Batista, vendeu para a Odebrecht sua participação no consórcio que controla o estádio do Maracanã. A firma detinha 5% do empreendimento, segundo o jornal Valor Econômico. Com a compra, a Odebrecht passa a ter 95% do negócio.

De acordo com o Valor, a IMX vai intensificar sua atuação na comercialização de tickets on-line, com a plataforma TUDUS, e encerrará a operação de gestão de carreira de atletas.

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A mudança na estratégia da empresa ocorre poucos dias depois de ter sido acertada a venda da participação de Eike na IMX para o fundo Mubadala, de Abu Dhabi.

Entre os ativos da IMX, estão o Rio Open, evento de tênis da América do Sul, a Plataforma de Golfe (Brasil Champions, CBG Pro Tour e Aberto Brasil); os jogos da NBA no Brasil realizados em 2013 e 2014; o Bowl Jam (mundial de skate); o mundial e o brasileiro 4×4 de Futevôlei. Além disso, a empresa faz parte da sociedade na Rock World S.A, detentora da marca Rock in Rio e tem uma joint venture com o Cirque Du Soleil.

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A Mubadala Development foi criada em 2002 pelo governo de Abu Dhabi. O objetivo foi criar um agente de diversificação da economia do país, de acordo com o site da empresa. A companhia é focada no desenvolvimento e investimentos em diversos setores, com portfólio avaliado em 60,8 bilhões de dólares. O fundo soberano é um dos principais credores de Eike Batista.

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