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Depois de ‘promoção’, ações da OGX perdem mais de 10% na bolsa

Papéis voltaram a ser negociados na menor cotação da história, a 1,64 real

Por Da Redação 5 abr 2013, 13h35

As ações ordinárias (ON) da OGX caem mais de 10% nesta sexta-feira, penalizando o desempenho da BM&FBovespa, e movimentam o maior volume financeiro individual da Bolsa, com mais de 15 mil negócios realizados, e cerca de 140 mil ações negociadas. O giro financeiro total supera o montante negociado por ações de outras blue chips, como Vale PNA, que vem logo atrás, com 212,799 milhões de reais.

Por volta das 11h55, os papéis da petrolífera de Eike Batista recuavam 13,13%, cotadas a 1,72 real, e movimentavam 249,480 milhões de reais, o que representa 12% do giro financeiro total negociado pela Bolsa. Neste horário, o total de negócios com a ação era de 16.311, movimentando 140.870 papéis. Depois de cair 10,81% na quinta-feira e ser cotada a 1,99 real, a OGX ON atingiu nesta manhã limite intradiário de oscilação, de 10%, e entrou em leilão. Mesmo assim, os papéis voltaram a ser negociados na menor cotação da história, a 1,64 real, com queda de 17,17%. Às 13h30, o papel recuava 10,10% e era cotado a 1,72 real.

Ainda no mesmo horário, o Ibovespa caía 1,05%, aos 54.075 pontos, e registrava um volume financeiro de 2,20 bilhões de reais. Na mínima do dia e de 2013, o índice à vista cedeu 1,56%, aos 53.794 pontos.

Na quinta-feira, circularam no mercado rumores de que a presidente Dilma Rousseff teria negado ajuda do governo para socorrer as empresas de Eike Batista, o que reforçaria a perda de credibilidade nos negócios do empresário. Por causa da perda de valor de suas companhias em 2012, Eike despencou da 7ª para a 100ª posição no ranking dos homens mais ricos do mundo da revista Forbes.

(Com Estadão Conteúdo)

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