O déficit da balança comercial dos Estados Unidos caiu para 73,3 bilhões de dólares em junho, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 4, pelo Departamento de Análise Econômica (BEA). O resultado reflete uma redução de US$ 3,4 bilhões em relação a maio, impulsionada principalmente pela queda das importações.
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As exportações norte-americanas totalizaram 314,7 bilhões de dólares em junho, recuo de 2,9 bilhões de dólares na comparação mensal. Já as importações somaram 388 bilhões de dólares, queda mais acentuada, de 7,3 bilhões de dólares, contribuindo para a redução do déficit comercial. No comércio de bens, o déficit diminuiu 3,9 bilhões de dólares, para 102,1 bilhões de dólares, enquanto o superávit do setor de serviços alcançou 28,8 bilhões de dólares.
No acumulado do primeiro semestre de 2026, o déficit comercial dos Estados Unidos recuou 33,8% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações cresceram 11,7%, com alta de 198,3 bilhões de dólares, enquanto as importações avançaram apenas 0,4%, equivalente a 9 bilhões de dólares. Entre os produtos, a queda das exportações foi puxada principalmente por petróleo bruto e combustíveis, enquanto as importações recuaram devido à menor entrada de bens de capital, computadores e produtos farmacêuticos.
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Na análise por parceiros comerciais, os Estados Unidos registraram seus maiores déficits com Vietnã (21,6 bilhões de dólares), México (20,3 bilhões de dólares) e China (15,3 bilhões de dólares). Já os principais superávits foram registrados com a Holanda (7,2 bilhões de dólares), América do Sul e Central (5,6 bilhões de dólares) e Brasil (1,7 bilhão de dólares).