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De olho na Previdência, bolsa fecha em alta e dólar recua

Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,60%, aos 100.688 pontos; a moeda americana, com leve queda de 0,16%, ficou em R$ 3,85 para venda

Por da Redação Atualizado em 26 jun 2019, 18h18 - Publicado em 26 jun 2019, 17h35

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em alta de 0,60% nesta quarta-feira, 26, a 100.688 pontos, com o mercado operando atento às discussões da comissão especial de reforma da Previdência e com expectativas aumentando para o encontro entre Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, na cúpula do G20 no fim de semana. O volume negociado foi de 15,9 bilhões de reais. O dólar fechou com leve queda de 0,16%, a 3,85 reais para venda.

Após mais de  trinta horas de debates, durante quatro dias, a Comissão Especial que analisa a reforma encerrou na tarde desta quarta-feira a discussão sobre o texto do relator Samuel Moreira (PSDB-SP). A leitura do voto complementar do deputado foi adiada para quinta-feira, às 9 horas. A expectativa é que a votação na comissão comece na segunda-feira, 1º de julho, e termine a tempo de que seja votada a proposta no plenário da Câmara no dia 3 de julho, próxima quarta-feira.
“Alguns dias de atraso não vão fazer diferença tão gritante na Previdência, o importante é que ela seja aprovada antes do recesso (parlamentar)”, disse Felipe Silveira, analista da Coinvalores. O recesso parlamentar começa em 18 de julho.

  • No exterior, o mercado ainda se recupera do discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que diminuiu as esperanças para um corte na taxa de juros dos Estados Unidos. As expectativas quanto ao encontro entre os presidentes da China e EUA na cúpula do G20 no Japão permanecem no radar. “O mercado está esperando para ver a evolução disso (das negociações), já que é difícil ter uma perspectiva clara do que vai acontecer”, disse Camila Abdelmalack, economista da CM Capital Markets. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, afirmou mais cedo que o acordo comercial entre os dois países estava “cerca de 90%” completo.

    (Com Reuters)

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