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Controladores do BMG farão aporte de R$ 300 mi

Por Da Redação - 10 jul 2012, 17h01

Por Altamiro Silva Junior

São Paulo – A família Pentagna Guimarães, controladora do BMG, vai fazer um aporte de R$ 300 milhões no BMG que, por sua vez, fará aporte na joint venture criada em parceria com o Itaú. O banco comandando por Roberto Setubal fará aporte de R$ 700 milhões com dinheiro do próprio caixa, segundo o executivo, sem necessidade de captar dinheiro no mercado.

A joint venture anunciada nesta terça-feira terá capital de R$ 1 bilhão e vai se focar no crédito consignado. O Itaú vai continuar operando no segmento, de forma independente, em sua rede de agências e o BMG vai seguir com operações próprias.

Já o foco do banco mineiro vai ser produtos como recebíveis e financiamento de veículos e pode ainda desenvolver novos negócios, como cartões, segundo seu presidente, Ricardo Guimarães.

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Os detalhes operacionais da nova empresa, como nome que terá na praça, taxas de juros e condições ainda não estão definidos. “Está tudo muito fresco ainda”, disse Guimarães, em entrevista à imprensa. “Ainda nem deu tempo de conversar (sobre essas questões”, complementou.

O Itaú tem uma carteira de R$ 10 bilhões no consignado. Já o BMG tem em torno de R$ 25 bilhões. Setubal afirmou que o projeto é que a nova empresa criada seja grande, com participação relevante no mercado.

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