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Conheça os programas do governo prejudicados pela crise

Minha Casa Minha Vida, Minha Casa Melhor e Bolsa Família são alguns dos programas impactados pelo ano de desaceleração econômica e ajuste fiscal

Por Da Redação - 17 jul 2015, 13h57

O cenário de baixo crescimento econômico e resistência da inflação, aliado à menor expansão da renda e juros em alta, tem prejudicado não somente o ajuste fiscal do governo, mas também alguns de seus principais programas sociais. O impacto mais recente foi a suspensão de novas contratações da faixa 1 do Minha Casa Minha Vida, que contempla as famílias mais pobres, cuja renda é de até 1.600 reais por mês. A orientação dada pela União é não fechar mais contratos para essa faixa inicial do Minha Casa, enquanto não colocar em dia os pagamentos atrasados das obras. A medida afeta, sobretudo, quem mais precisa de moradia no país.

Este não é um caso isolado. Diante da queda da arrecadação, o governo decidiu suspender o programa Minha Casa Melhor, linha de crédito especial para os beneficiários do Minha Casa Minha Vida adquirirem, com 5 mil reais, móveis, eletrodomésticos e eletrônicos a taxas de juros subsidiadas e pagar em até 48 meses.

O mercado de crédito também sofre as consequências do cenário econômico adverso, já que afeta a poupança, principal fonte de empréstimos habitacionais do país. No primeiro semestre a poupança registrou um rombo de 38,5 bilhões de reais, o maior em 20 anos. Diante da queda, a Caixa Econômica Federal se viu obrigada a reduzir drasticamente o porcentual de financiamento imobiliário para imóveis novos e usados, freando o motor do crédito no país. Além disso, o banco estatal subiu os juros da habitação duas vezes este ano.

Confira uma lista com alguns dos programas sociais do governo afetados pela crise.

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