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Conheça dez países em que não é obrigatório dar gorjeta

No Japão e na China, por exemplo, o gesto é considerado desrespeito; na Austrália, a caixinha não é necessária porque os garçons ganham acima da média de outros países

Por Da Redação 9 abr 2016, 08h51

Os americanos são os clientes mais generosos do mundo quando o assunto é dar gorjeta, de acordo com uma pesquisa realizada pelo site de viagens TripAdvisor. Segundo o estudo, 60% dos americanos dizem deixar um dinheirinho pelo serviço oferecido a eles.

A atitude é uma tradição no país e que não necessariamente é seguida por todos os outros. A pesquisa da TripAdvisor mostra que a maioria dos funcionários ao redor do mundo não espera receber gorjeta por seu serviço – isso porque, na média, costumam ser mais bem pagos do que os americanos.

O salário médio de um garçom na Austrália é de 15 dólares por hora – montante que inclui os benefícios -, de acordo com o site comparador de salários PayScale. Já nos Estados Unidos, um garçom recebe menos de 2,13 dólares por hora – e pelo menos 30 dólares por mês em gorjetas.

Apesar dos esforços para tornar o gesto obrigatório no Brasil, como a proposta aprovada em julho do ano passado pelo Congresso, a gorjeta continua sendo não obrigatória no país. Bares e restaurantes, por exemplo, costumam incluir 10% como “taxa de serviço” – em tese, o valor é rateado entre os funcionários -, mas a contribuição é opcional.

Conheça dez países em que a gorjeta não é obrigatória, segundo o TripAdvisor.

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