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Com Dilma, Petrobras perde ‘um Bradesco’ em valor de mercado

Após queda de mais de 11%, valor de mercado da estatal fechou em 236 bilhões de reais nesta segunda-feira; no governo Dilma, queda é de mais de 40%

Por Da Redação
29 set 2014, 18h24

A Petrobras deixou de ser a maior empresa do Brasil em valor de mercado nesta segunda-feira. Após a queda de 11% de suas ações na Bolsa, a empresa encerrou o dia valendo 236 bilhões de reais. Com isso a Ambev voltou a ser a maior empresa, posto que ocupava até março deste ano, avaliada em 253 bilhões de reais. Com a queda desta segunda-feira, as ações da estatal acumulam, apenas no governo Dilma, recuo de 144 bilhões de reais em valor de mercado, ou 41%. É como se a estatal tivesse perdido “um Bradesco” em menos de quatro anos. O banco está avaliado em 149 bilhões de reais, de acordo com dados da Economatica.

A Petrobras perdeu 65% de seu valor de mercado entre maio de 2008, quando o preço da ação da empresa atingiu seu auge, e os dias de hoje.

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A estatal tem vivenciado um ano de altos e baixos na Bolsa. Investidores passaram a apostar nos papéis da empresa em março, quando as primeiras pesquisas de intenção de voto mostravam a presidente Dilma Rousseff com um baixo nível de aprovação e um alto nível de rejeição entre os eleitores. Se contabilizadas as perdas apenas até março deste ano, somam 73%. Isso significa que o brasileiro que investiu 1.000 reais em papéis da empresa em 2008, tinha em março apenas 270 reais.

Com a aproximação das eleições, tanto as ações da empresa quanto a de todas as estatais se valorizaram, com investidores apostando numa mudança de governo. Alvo de corrupção e ingerência, a Petrobras atingiu no governo Dilma o título de empresa de petróleo mais endividada do mundo, com uma dívida de 300 bilhões de reais – maior, inclusive, que seu valor de mercado.

Contudo, com a melhora de Dilma nas pesquisas, as ações da estatal voltaram a cair. Mergulharam 20% no acumulado de setembro, com a ação ordinária da empresa cotada a 17,75 reais nesta segunda-feira. No mesmo intervalo, a retração do preço das ações da Ambev foi de 1%.

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