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CNI: capacidade da indústria fica estável e carga tributária atrapalha

Maioria dos empresários ainda aponta a elevada carga tributária como principal problema do setor no primeiro trimestre

Por Da Redação 18 abr 2013, 16h26

O nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) em março se manteve em 70%, no mesmo patamar verificado nos dois meses anteriores, revelou a sondagem industrial divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Apesar de o porcentual estar dois pontos porcentuais abaixo do registrado em março de 2012, a produção industrial no mês passado cresceu em relação a fevereiro. O índice de evolução da produção ficou em 52,9 pontos, melhor do que em janeiro e fevereiro, cujos índices estavam abaixo de 50 pontos. O indicador da sondagem industrial varia no intervalo de zero a cem pontos e valores acima de 50 indicam expansão da atividade em relação ao mês anterior.

Apesar de o indicador ter retomado ao campo positivo, segundo a CNI, esté é o menor nível para março desde o início da série histórica, em 2010, indicando que o crescimento da atividade industrial no mês passado foi menos intenso e disseminado que no mesmo período em anos anteriores.

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Já o número de empregados na indústria permaneceu estável em março, com 50,5 pontos, ante 49,8 pontos em fevereiro. Segundo a CNI, essa variação no período não foi suficiente para afastar o indicador da linha divisória de 50.

Em relação aos estoques de produtos finais da indústria também foi registrada uma estabilidade pelo segundo mês consecutivo, com 50,1 pontos. A sondagem mostra ainda que o estoque efetivo em relação ao planejado está ajustado. Segundo a CNI, desde setembro de 2012, os estoques industriais encontram-se em torno do planejado.

Empecilho – Um dos principais problemas que a indústria tem enfrentado no primeiro semestre dfe 2013 continua sendo a elevada carga tributária, segundo a CNI. Entre os entrevistados pela pesquisa, 52,2% continuam assinalando a elevada carga tributária como um dos principais problemas enfrentados ante 62,9% no quarto trimestre de 2012. A redução do porcentual, contudo, se deve possivelmente às medidas de desoneração em vigor e as novas já anunciadas influenciaram essa percepção, de acordo com a CNI.

(com Estadão Conteúdo)

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