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Citi fechará 14 agências no Brasil nos próximos meses

Plano global de redução de custos, de 1,1 bilhão de dólares, não poupa nem os principais mercados para o banco, como o brasileiro e o americano

Por Da Redação 5 dez 2012, 15h57

O programa de redução de gastos que o Citigroup anunciou nesta quarta-feira, em Nova York, afetará o Brasil. O banco americano pretende fechar 14 agências no país nos próximos meses, informou um comunicado enviado pela assessoria de imprensa da instituição financeira. “No Brasil será feita uma readequação da rede de distribuição do varejo. O objetivo é concentrar clientes e funcionários em agências com melhor estrutura e capacidade de atendimento”, destaca o comunicado. O Citi tem hoje 198 agências/lojas no mercado brasileiro.

O Brasil continuará, no entanto, a ser um mercado prioritário para o banco, de acordo com a nota. “Estamos otimistas em relação às oportunidades futuras e vamos manter nosso objetivo de ser o banco de escolha no segmento premium do varejo no Brasil.” O comunicado não fala em cortes de funcionários no país.

Internacional – O Citigroup anunciou nesta quarta, nos Estados Unidos, um plano global de corte de gastos de 1,1 bilhão de dólares a partir de 2014. A reestruturação inclui a demissão de 11 mil funcionários, segundo informou o novo executivo-chefe da companhia, Michael Corbat. O banco pretende reduzir sua presença ou deixar de atuar em cinco países, entre eles a Turquia e o Paquistão.

Os planos de eliminar 11 mil empregos, que equivalem hoje a quase 4% de sua força de trabalho, além da redução de custos, têm por objetivo tornar a companhia mais enxuta e eficiente. O Citi tem sido alvo de crescente pressão do mercado para reduzir despesas e elevar sua rentabilidade. A expectativa é que as medidas economizem 900 milhões de dólares em gastos em todas as atividades do banco, no mundo todo.

Varejo – O setor de varejo – que tem sido responsável pelo crescimento da receita do Citi – será o mais atingido e deve responder por aproximadamente 35% dos cortes, bem como pela maioria das demissões. Nem mesmo os principais mercados serão poupados. Além do Brasil, o Citi vai reduzir o número de agências em Hong Kong, Hungria e Coreia do Sul. Nos EUA, a institução financeira fechará 44 agências.

Nas unidades de mercados de capital e processamento de transações 1 900 vagas de trabalho serão cortadas. O Citi informou que 35% das demissões são relacionadas a essas unidades de negócio.

As demissões são a primeira medida de peso adotada por Corbat no cargo de executivo-chefe. Em memorando aos funcionários, após sua indicação, ele disse que faria “mudanças” após avaliar a companhia e suas estruturas. O executivo assumiu em meados de outubro, após a saída do ex-executivo-chefe Vikram Pandit.

(com Estadão Conteúdo)

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