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China detalha medidas para estimular consumo doméstico após desaceleração

O plano prevê subsídios à infraestrutura para veículos que não utilizam combustíveis fósseis e estímulos às vendas de automóveis na área rural

Por Estadão Conteúdo - Atualizado em 29 jan 2019, 16h20 - Publicado em 29 jan 2019, 03h25

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China revelou, nesta terça-feira, 29, detalhes do plano para estimular o consumo no mercado interno neste ano, após a desaceleração do crescimento da economia do país em 2018.

O plano prevê subsídios à infraestrutura para veículos que não utilizam combustíveis fósseis e estímulos às vendas de automóveis na área rural do país, onde há grande potencial de consumo.

Segundo a Comissão, o esfriamento do mercado automotivo foi o principal motivo para a desaceleração das vendas no varejo no ano passado.

A China também vai subsidiar consumidores para que troquem eletrodomésticos e utilidades domésticas por novos produtos.

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Em dezembro do ano passado, as exportações chinesas tiveram a maior queda em dois anos, indicando enfraquecimento na demanda global. Dados oficiais mostraram que as exportações caíram 4,4% em dezembro, após um crescimento de 5,4% em novembro. Já as exportações caíram 7,6% em dezembro, ante uma alta de 3% em novembro.

Analistas especulam que a China terá que acelerar e intensificar suas políticas de afrouxamento e medidas de estímulo neste ano, após a atividade industrial ter encolhido.

(Com Reuters e Estadão Conteúdo)

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