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Cesta básica sobe em 14 de 17 capitais, apura Dieese

Por Da Redação
5 jul 2012, 14h09

Por Equipe AE

São Paulo – O conjunto de itens essenciais da cesta básica ficou mais caro em 14 de 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de junho. São Paulo continua tendo a cesta básica mais cara do País, no valor de R$ 287,63, após aumento de 1,39% perante maio. No acumulado do primeiro semestre, o aumento corresponde a 3,74% e, em comparação com junho de 2011, a cesta paulistana ficou 5,17% mais cara. Dos 13 itens pesquisados, apenas dois, feijão carioquinha (-2,61%) e farinha de trigo (-0,95%), registraram redução nos preços em junho. A cesta mais barata das localidades analisadas no período foi a de Aracaju (R$ 199,70).

Entre janeiro e junho deste ano, apenas duas capitais apresentaram variação acumulada negativa nos preços, Goiânia (-1,08 %) e Florianópolis (-0,88%). Os maiores aumentos, entre janeiro e junho, foram verificados em João Pessoa (12,41%) e Natal (10,34%).

Considerando a cesta mais cara, a de São Paulo, o Dieese conclui que para suprir todas as necessidades básicas o salário do trabalhador no País deveria ser de R$ 2.416,38 em junho, ou seja, 3,88 vezes o mínimo em vigor, de R$ 622,00. Em maio, o valor estimado era de R$ 2.383,28 (3,83 vezes o piso).

Itens

Entre os destaques do mês, o Dieese cita o aumento de preço da batata em nove localidades do Centro-Sul do País, o óleo de soja, que ficou mais caro em 15 capitais, e o tomate, que apresentou alta em 13 localidades no último mês, com destaque para Rio de Janeiro (25%) e Porto Alegre (21,48%).

O arroz também teve alta de preços em 12 cidades na comparação com maio, e a maior delas foi apurada em Natal (8,65%). No caso do feijão, o comportamento dos preços foi bastante diferenciado, com alta em oito localidades – a maior delas no Rio de Janeiro (7,81%)

A carne, produto com maior peso na cesta básica, teve alta em 16 capitais na comparação com junho de 2011. Perante maio, no entanto, o comportamento foi heterogêneo, com nove cidades com aumento, o mais significativo encontrado em Florianópolis (4,05%) e o menor, em São Paulo (0,44%).

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