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Cebola e outros alimentos ‘substituem’ combustível como vilões dos preços

Variação da cebola foi 130% em 12 meses; além dos alimentos, roupas, itens de limpeza e de higiene, e até serviços, estão entre os 30 itens que mais subiram

Por Larissa Quintino Atualizado em 10 jan 2023, 13h31 - Publicado em 10 jan 2023, 10h28

O novo estouro da meta da inflação não é apenas um dado para os investidores, ele demonstra que há um peso no bolso tanto das famílias brasileiras quanto das empresas. Em 2022, o que mais influenciou a inflação de 5,79% foi a alta dos alimentos, que pesaram principalmente na alimentação dentro do domicílio. Dos 30 produtos que apresentaram maior variação durante os 12 meses do ano passado, 23 são alimentos. Os outros itens são vestuário, higiene e até mesmo serviços.

O ranking é encabeçado pela cebola, que acelerou mais de 130% no ano passado. Segundo o IBGE, o item que é bastante usado como ingrediente nas refeições ou como tempero, disparou pela redução da área plantada, aumento de custos de produção e também pelas questões climáticas. Outros itens muito usados no dia a dia do brasileiro, como a batata (50%) e a farinha de trigo (30%), também subiram muito. Desta vez, no entanto, não há combustíveis na lista dos vilões, como foi em 2022. O grupo dos transportes, dos quais eles fazem parte, registrou deflação de 1,28%, em consequência da redução dos impostos sobre estes itens

Inflação

Segundo os dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira, a inflação oficial do país fechou 2021 em 5,79%, desacelerando em relação a 2021, mas fechando novamente acima da meta (3,50%) e estourando o teto (5%). Com o resultado, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, deve endereçar uma carta ao Ministério da Fazenda explicando o estouro e os caminhos a seguir durante este próximo ano para evitar um novo descumprimento.

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