Clique e assine a partir de 9,90/mês

Carlos Slim se torna o maior acionista individual do ‘New York Times’

Megaempresário duplicou sua participação no jornal para quase 17% depois de exercer opção de compra de 5,9 milhões de ações ordinárias

Por Da Redação - 15 Jan 2015, 11h40

O bilionário mexicano Carlos Slim tornou-se o maior acionista individual do New York Times, depois de duplicar sua participação para quase 17%, informou nesta quinta-feira o jornal norte-americano em comunicado. Agora Slim detém um total de 27,8 milhões de ações da publicação, sendo a maior parte de Classe B, com importante peso nas votações. A família Sulzberger, porém, manterá o controle da publicação.

O empresário exerceu sua opção de compra de 15,9 milhões de ações ordinárias pelo preço unitário de 6,3572 de dólares. Ainda segundo o jornal, a operação renderá ao New York Times 101 milhões de dólares, valor que será inteiramente investido na recompra de ações para evitar a queda da participação de outros acionistas.

As opções de compra resultam do empréstimo de 250 milhões de dólares, com juros de 14%, que Slim concedeu ao New York Times em 2009. O magnata fez o empréstimo durante a crise econômica, quando o jornal passava por sérias dificuldades financeiras devido a forte queda de suas receitas com publicidade.

Slim é considerado o segundo homem mais rico do mundo, de acordo com o último ranking da revista Forbes, publicado em março do ano passado. Sua fortuna é calculada em 72,9 bilhões de dólares, atrás apenas de Bill Gates (81,4 bilhões de dólares). Em julho, a Forbes chegou a publicar que Slim desbancou Bill Gates, depois que as ações da América Móvil, empresa de telecomunicações da qual é controlador, valorizaram-se 3,7% no pregão da bolsa de Nova York em apenas dois dias. O novo ranking só sairá em março deste ano.

Continua após a publicidade

Leia também:

Gisele Bündchen: a garota propaganda favorita de 2014

Jorge Paulo Lemann fica quase US$ 3 bilhões mais rico em 2014

Forbes: número de bilionários brasileiros mais que dobrou em três anos

Continua após a publicidade

(Com agência EFE)

Publicidade