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Brasileiros já podem usar Pix em viagens internacionais; sistema começa a chegar ao exterior

Solução já está disponível em alguns estabelecimentos de países como Argentina e Portugal e permite pagamentos em reais com conversão automática

Por Carolina Ferraz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 jul 2026, 13h44 | Atualizado em 28 jul 2026, 15h42
Brasileiros já podem usar Pix em viagens internacionais; sistema começa a chegar ao exterior Priorizar nos meus resultados Google

Os brasileiros já começam a encontrar uma facilidade que, até pouco tempo atrás, parecia improvável: pagar compras no exterior usando o Pix. A modalidade, que revolucionou os pagamentos no Brasil, passou a ser aceita em estabelecimentos de alguns países por meio de empresas que fazem a conversão automática entre o real e a moeda local.

A novidade já pode ser encontrada em destinos bastante procurados pelos brasileiros, como Argentina e Portugal, além de outros mercados que vêm adotando soluções de pagamento voltadas ao turismo internacional. Na prática, o consumidor realiza o pagamento utilizando o aplicativo do banco, da mesma forma que faz no Brasil, enquanto a conversão cambial ocorre automaticamente durante a transação.

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O funcionamento depende de empresas especializadas em pagamentos internacionais que fazem a integração entre o sistema brasileiro e os comerciantes estrangeiros. Para o consumidor, a experiência é semelhante à de um Pix tradicional: basta escanear um QR Code e confirmar a operação pelo aplicativo bancário.

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A expansão acontece em um momento de crescimento das viagens internacionais dos brasileiros e acompanha o avanço das tecnologias de pagamentos instantâneos em diferentes países. Além da praticidade, o modelo reduz a necessidade de carregar dinheiro em espécie e pode representar uma alternativa ao uso de cartões de crédito, principalmente em compras de menor valor.

Apesar da novidade, a aceitação ainda é limitada e depende dos estabelecimentos parceiros das plataformas que oferecem o serviço. A expectativa do mercado, no entanto, é que a cobertura aumente gradualmente nos próximos anos, à medida que mais empresas integrem suas soluções ao sistema brasileiro.

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Criado pelo Banco Central em 2020, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento do país e hoje movimenta bilhões de transações todos os meses. Agora, o sistema começa a dar os primeiros passos para ultrapassar as fronteiras nacionais, acompanhando uma tendência global de integração entre plataformas de pagamentos instantâneos.

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