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Brasil e China terão ‘poupatempo’ para incentivar comércio

Complexo já conta com hotel de luxo, centro de conferências e outro de exposições e um shopping center com 30.000 metros quadrados

Com um investimento de 200 milhões de dólares (cerca de 676 milhões de reais), a Câmara de Comércio Brasil-China vai inaugurar em março, em Dongguan, cidade chinesa próxima a Hong Kong com 8 milhões de habitantes, um complexo de 35 hectares e 75.000 metros quadrados de construção que está sendo chamado por autoridades locais de “poupatempo do comércio exterior” entre os dois países.

A inauguração da primeira fase do empreendimento aconteceu nesta quinta-feira, e reuniu empresários, políticos e enviados governamentais dos dois países. Representantes dos governos de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, e do Ministério do Turismo, além da cidade de Campinas (SP) foram “presenteados” e receberão por dois anos, gratuitamente, espaços para a abertura de escritórios de representação no local. Duzentas empresas brasileiras serão convidadas a ocupar o espaço nas mesmas condições.

Com o objetivo de ampliar a corrente de comércio entre Brasil e China, o governo chinês e a Câmara de Comércio vão reunir no complexo serviços de assessoria jurídica internacional e alfandegária, fornecedores de produtos e soluções logísticas e escritórios de representação de empresas brasileiras e chinesas.

Além de escritórios aduaneiros, o complexo já conta com um hotel de luxo, um centro de conferências e outro de exposições e um shopping center com 30.000 metros quadrados. Dentro do complexo haverá uma rua de estilo latino-americano, que contará com uma churrascaria com carne brasileira, fornecida pelo JBS.

(Com Estadão Conteúdo)