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Brasil deve ganhar 17 mil novos milionários em 2014

Um levantamento feito pela consultoria WealthInsight prevê que o número de milionários no Brasil crescerá 8,9% neste ano; país aparece na quinta posição entre os que mais receberão novos milionários

Por Da Redação 29 jan 2014, 17h50

Um levantamento feito pela consultoria WealthInsight prevê que o número de milionários no Brasil cresça 8,9% este ano. A expectativa é que o montante de 194 mil pessoas que, atualmente, têm patrimônio de mais de um milhão de dólares se amplie em 17 mil em 2014.

O Brasil aparece na quinta posição do ranking feito pela WealthInsight sobre os países que terão mais novos milionários este ano. No topo da lista estão, respectivamente, Indonésia (com crescimento de 22,6% do número de ricaços), Índia (17,1%), Nigéria (10%) e Estados Unidos (9,5%).

O levantamento divulgado pela consultoria indica que os países que formam o MINT (acrônimo que representa as economias em crescimento México, Indonésia, Nigéria e Turquia) terão um grande incremento no número de milionários, estando entre os oito mais bem posicionados no ranking. “Os países do MINT terão um desempenho melhor do que os Brics e os países do G-8”, comenta a WealthInsight, em nota.

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Entre os dez países que mais terão novos milionários em 2014, aparecem emergentes com a Rússia, que ficou na décima posição do ranking, com alta de 4,8%. Já o México está em oitavo lugar, com aumento de 7%.

“Há uma nova classe de ricos nos países emergentes do MINT, que vai crescer muito rapidamente. Esse grande crescimento espelha o que aconteceu com os Brics há dez ou quinze anos”, diz Oliver Williams, consultor da WealthInsight. “A única diferença é que os novos milionários no México, Indonésia, Nigéria e Turquia tendem a ser mais jovens devido às características demográficas desses países.”

Contudo, a consultoria alerta para os riscos que surgem com a extrema riqueza. “Muitos países, como a Nigéria, viram um aumento da pobreza ao mesmo tempo em que cresceu a população milionária. A grande desigualdade é uma marca dos Brics e poderia também se tornar uma característica dos países do MINT se a corrupção não for combatida e se a filantropia entre os ricos não for estimulada”, comenta Williams.

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