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Bovespa sobe 2,08%, impulsionada por notícia da Europa

Por Da Redação - 18 out 2011, 17h23

Por Claudia Violante

São Paulo – A notícia de que França e Alemanha concordaram em ampliar a Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês) para 2 trilhões de euros fez com que as bolsas dos Estados Unidos e do Brasil disparassem no finalzinho da sessão, deixando para trás o resultado mais ‘comedido’ do PIB da China no terceiro trimestre. Até as ações da Vale, que caíam e pesavam sobre o Ibovespa, subiram e ajudaram a levá-lo de volta aos 55 mil pontos.

O Ibovespa terminou o dia com elevação de 2,08%, aos 55.031,93 pontos. Na mínima, registrou 53.188 pontos (-1,34%) e, na máxima, os 55.225 pontos (+2,44%). No mês, acumula ganho de 5,18% e, no ano, recua 20,59%.

A alta de 9,1% do PIB chinês de julho a setembro, abaixo da previsão de 9,2%, foi um fator adicional de pressão aos papéis da Vale, que caíram o dia todo também influenciados pela queda do preço do minério de ferro e das notícias de que estaria dando desconto nos preços para que seus clientes não adiem contratos.

À tarde, no entanto, Wall Street virou para cima e levou consigo a Bovespa, puxado por pelos papéis do setor financeiro. Os investidores se valeram dos bons números do Bank of America (BofA) para ir às compras deste segmento.

Mas o que deu gás mesmo foi a notícia do The Guardian que, por enquanto, ainda não tem confirmação. De todo modo, o Dow Jones subiu 1,58%, aos 11.577,05 pontos, o S&P avançou 2,04%, aos 1.225,38 pontos, e o Nasdaq teve elevação de 1,63%, aos 2.657,43 pontos.

Vale virou e passou a subir com a notícia. Fechou em alta de 0,41% na ON e de 0,15% na PNA. Esta última ação movimentou R$ 916,097 milhões do pregão de hoje. Petrobras ON ficou 0,81% mais cara e a PN, 0,78%. Na Nymex, o contrato do petróleo para novembro teve alta de 2,27%, a US$ 88,34 pontos. Só cinco ações do Ibovespa recuaram.

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