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Bolsas europeias fecham em forte alta após acordo

Índice das principais ações europeias encerrou os negócios desta sexta-feira com valorização de 1,25%, para 985 pontos, com acordo na cúpula da UE

Por Da Redação 9 dez 2011, 14h23

As principais bolsas europeias fecharam esta sexta-feira com fortes altas, impulsionadas pelo acordo sobre o reforço da disciplina orçamentária na zona do euro. O índice europeu das principais ações FTSEurofirst 300 fechou com valorização de 1,25%, aos 985 pontos, depois de ter caído 1,5% na sessão anterior. As ações de bancos – que tinham sido um foco da crise devido à sua exposição à dívida da região – foram as que mostraram melhor desempenho na Europa depois do acordo, com o índice STOXX Europe 600 com apreciação de 2,56%.

Em Londres, o índice Financial Times subiu 0,83%, a 5.529 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX avançou 1,91%, para 5.987 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 2,48%, a 3.172 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve alta de 3,37%, para 15.483 pontos. Já em Madri, o índice Ibex-35 avançou 2,23%, a 8.649 pontos; enquanto, em Lisboa, o índice PSI20 registrou elevação de 1,49%, para 5.546 pontos. Já no mercado de obrigações, o rendimento da dívida espanhola para dez anos subiu ligeiramente na sexta-feira, aos 5,835%, contra 5,784% na véspera. Na Itália, o índice se elevou a 6,548% (contra 6,444%). No entanto, o acordo não foi apoiado pela Grã-Bretanha e ficou desprovido de quaisquer medidas adicionais e imediatas para aliviar a crise da dívida da zona do euro, fazendo com que os administradores de fundos prestem atenção ao crescimento das posições de longo prazo em ativos de risco. “Vamos esperar que seja isto que resolva a crise, mas eu acho que os ganhos são apenas um rali de alívio”, disse o administrador de fundos da Schroders, Andy Lynch. “A implementação será difícil e nós ainda ponderamos as financeiras abaixo da média. Os bancos continuam em uma posição difícil, a economia europeia está desacelerando muito rapidamente e isso resultará em mais inadimplência e baixas contábeis.” (com Agence France-Presse e Reuters)

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