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BNDES sai de prejuízo para lucro de R$ 1,34 bilhão e analisa JBS

Banco público de investimento reverteu no primeiro semestre resultado negativo do mesmo período do ano anterior; instituição vai recalcular papéis da JBS

Por Da redação 14 ago 2017, 11h18

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou um lucro líquido de 1,34 bilhão de reais no primeiro semestre desse ano. O resultado reverte prejuízo de 2,17 bilhões de reais em igual período de 2016, segundo informou o banco nessa segunda-feira. O BNDES atribui o desemprenho à menor perda com investimentos e maior retorno em aplicações.  A instituição anunciou também que vai recalcular o valor dosseus papéis da JBS.

Além do lucro líquido, houve também reversão do prejuízo no resultado bruto do banco com participações societárias. No primeiro semestre deste ano, foi positivo em 1,42 bilhão de reais, ante perda de 4,92 bilhões de reais no primeiro semestre de 2016. Desde junho do ano passado, o banco implantava uma política de revisão de concessão de empréstimos e investimentos feita após a economista Maria Silvia Bastos Marques assumir a instituição.

Ela deixou o cargo em maio de 2017, alegando motivos pessoais, e foi substituída por Paulo Rabello de Castro, que estava à frente do IBGE.

“A redução de 92,7% com perdas em investimentos e o maior retorno proporcionado pela carteira de renda variável na forma de dividendos, equivalência patrimonial e alienações, foram as principais contribuições do resultado de participações societárias”, disse o BNDES em comunicado.

JBS

O banco decidiu ainda que fará no segundo semestre deste ano cálculos para verificação do valor recuperável — o chamado teste de impairment- dos papéis do frigorífico JBS devido à grande “volatilidade [oscilação] no valor das ações da empresa”.

As operações entre o BNDES e a empresa foram alvo de Operação Bullish, da Polícia Federal, deflagrada em maio. A suspeita dos investigadores é de que houve irregularidades nos repasses feitos ao frigorífico, desde 2007. O dinheiro foi destinado à aquisição de concorrentes.

(Com Reuters)

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