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BMF&Bovespa tem a melhor semana do mês e do ano

Bolsa subiu 0,72% nesta sexta e fechou aos 49.422,05 pontos, acumulando alta de 4,27% na semana. No ano, índice continua no vermelho

Por Da Redação - 26 Jul 2013, 18h37

A Bovespa teve um início de pregão oscilando entre altas e baixas, mas conseguiu firmar-se no azul à tarde. O Ibovespa fechou a sexta-feira melhor do que Wall Street, sustentado pelo arranque de mais de 10% das ações da Usiminas. A CSN também subiu forte e colaborou para a bolsa brasileira ter a melhor semana do mês e, consequentemente, de 2013.

O Ibovespa fechou o dia com ganho de 0,72%, aos 49.422,05 pontos. Na semana, subiu 4,27%. Foi a terceira semana consecutiva de valorização – na anterior, até então a melhor do ano, a bolsa acumulou ganhos de 4,10% e, antes, de 0,71%. Nas últimas três semanas, a alta acumulada é de 9,31%. Em todo o mês de julho (uma semana a mais), no entanto, a alta é menor, de 4,14%. No ano, a bolsa perde 18,92%.

Hersz Ferman, da Elite Corretora, justificou que os ganhos tiveram apoio na euforia com as ações de Usiminas e CSN. No primeiro caso, a siderúrgica anunciou uma queda de 74% em seu prejuízo no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, para 22 milhões de reais. As perdas foram 83% menores do que a média das estimativas de sete instituições financeiras.

As ações preferenciais (que não dão direito a voto) da Usiminas dispararam 15,24% e lideraram as altas do índice, enquanto as ações ordinárias (que dão direito a voto) da Usiminas subiram 13,30% e ficaram na segunda posição. Em terceiro lugar aparecem os papeis ordinários da CSN, que fecharam com ganho de 8,59%.

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Nova York – Em Wall Street, o índice Dow Jones fechou com variação positiva de 0,02%, aos 15.558,83 pontos. O S&P ganhou 0,08%, aos 1.691,65 pontos, e o Nasdaq subiu 0,22%, para 3.613,16 pontos.

Câmbio – O dólar fechou em alta de 0,73%, cotado a 2,2558 reais na venda, nesta sexta-feira. O dia foi marcado por pouco volume de negociação, diante do movimento de investidores estrangeiros retirando recursos do país pela expectativa com o futuro da política monetária dos Estados Unidos.

A atuação do Banco Central, ao fazer intervenção no mercado nesta sessão, evitou que a valorização da moeda fosse mais expressiva no Brasil, segundo operadores. “O mercado oscilou quando saiu o dado de confiança do consumidor nos EUA e o resultado do leilão de swap de hoje, quando o BC rolou os contratos que faltavam e ainda vendeu mais um pouco”, afirmou um operador de banco nacional, sob condição de anonimato.

Leia ainda: FMI afirma que recuperação econômica dos EUA seguirá lenta

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A autoridade monetária fez, nesta manhã, leilão de swap cambial tradicional (equivalente à venda de dólares no mercado futuro) e aproveitou para injetar nova liquidez no mercado, além de rolar todos os contratos com vencimento em 1º de agosto.

(com Estadão Conteúdo e Reuters)

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