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BM&Bovespa amplia queda para 2,34% e dólar encerra a semana em alta

Investidores mostram aversão ao risco após divulgação de dados ruins nos Estados Unidos e no Brasil

Por Da Redação
12 jul 2013, 16h33

Depois de uma quinta-feira de boas notícias, o mercado foi atingido por uma onda de mau-humor nesta sexta-feira. O recuo da confiança do consumidor nos Estados Unidos somado ao decepcionante resultado da prévia do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado pelo Banco Central nesta manhã fizeram com que investidores fugissem de ativos de risco. A bolsa brasileira fechou em queda de 2,34%, a 45.533 pontos.

Nos Estados Unidos, os índices operaram no negativo na maior parte do dia, mas voltaram à estabilidade no final do pregão. O índice Dow Jones fechou nesta sexta-feira em alta de 0,02%, o que lhe permitiu conquistar um novo recorde histórico de 15.464,07. Já o S&P 500 avançou 0,31%, e o indicador da bolsa eletrônica Nasdaq subiu 0,61%.

Na Europa, como o fechamento dos índices ocorreu antes da divulgação do dado americano, os mercados operaram com certa estabilidade. O FTSE 100, de Londres, subindo 0,02%, a 6.544,94 pontos. Já o DAX 30 da bolsa de Frankfurt teve alta de 0,66% a 8.212,77 pontos e em Paris, o CAC 40 avançou 0,36%, fechando 3.855,09 pontos.

No Brasil, os investidores se mostraram frustrados pela retração de 1,4% do índice de atividade econômica do BC, além de se manterem em alerta sobre as empresas de Eike Batista, Petrobras e Vale. A OGX liderava as quedas no final da tarde, recuando mais de 21,82%, a 43 centavos, depois que o controlador da empresa se desfez de um novo lote de ações, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Já Petrobras e Vale foram fortemente penalizadas pelo vencimento de opções sobre ações, que ocorrerá na próxima segunda. E, como nesta sexta é o último dia para os ajustes finais antes do início do “jogo” entre “comprados” e “vendidos”, as blue chips ficam à mercê do exercício. VALE5 recuava 1,89% a 27,02 reais, enquanto PETR4 mostrava queda de 2,91%, a 15,34 reais.

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Outro fator negativo é a mensagem que o governo chinês passou sobre uma expansão econômica menor do que a esperada anteriormente. O ministro das Finanças chinês comentou que a economia poderia subir 7% – e que tal desempenho seria aceitável. A meta oficial é de 7,5%. Os preços das commodities passaram a cair ao longo do dia, uma vez que a China é um dos principais compradores.

Dólar – No mercado de câmbio, o dólar encerrou a sessão em alta de 0,06%, a 2,267 centavos. A moeda avançou mesmo depois de o Banco Central ter anunciado, na noite de quinta-feira, a retirada da exigência de capital em empréstimos no exterior feitos por instituições financeiras do mesmo grupo para facilitar a entrada de recursos estrangeiros no país. A medida desfaz uma exigência instituída em junho de 2008, que tinha como objetivo conter o fluxo de entrada de capital, que, nos últimos anos, ajudou a valorizar o real sobre o dólar.

Também nesta sexta-feira autoridades do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, disseram que estão considerando ajustar as metas da política monetária do país com uma promessa de manter as taxas de juros baixas por mais tempo. Assim, evitariam uma alta preocupante nos custos de empréstimos estabelecidos pelo mercado.

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