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BC vê sinais melhores de inflação

Por Da Redação 28 jul 2011, 09h42

SÃO PAULO (Reuters) – O Banco Central informou, por meio da ata do Copom divulgada nesta quinta-feira, que viu uma perspectiva melhor para a inflação desde junho. O texto, no entanto, também traz que ainda são relevantes os riscos sobre o descompasso entre oferta e demanda, apesar de que esses sinais “tendem a diminuir”.

“O Copom entende que o cenário prospectivo para a inflação, desde sua última reunião, mostra sinais mais favoráveis”, afirmou a autoridade monetária.

A ata do Comitê de Política Monetária divulgada nesta manhã refere-se à reunião da semana passada, quando a Selic foi elevada pela quinta vez seguida, em 0,25 ponto percentual, para 12,50 por cento. O Copom manteve muitos pontos da ata anterior.

Para a autoridade monetária, o ritmo de expansão da demanda doméstica continua em moderação, movimento favorável às percpectivas para a atividade econômica. Na ata anterior, quando tratou do assunto, o BC havia colocado que essa moderação tinha “ritmo ainda incerto”, expressão que não usou no documento divulgado hoje.

Sobre as projeções de inflação, o BC manteve suas contas para 2012 pelo cenário de referência, mas manteve a indicação que ela está “acima do valor central” da meta do governo, de 4,5 por cento pelo IPCA. Para este ano, as projeções também foram mantidas e acima do centro da meta, como trouxe o documento passado.

Sobre o cenário externo, o BC voltou a afirmar que houve deterioração adicional dos mercados internacionais. As avaliações não contemplaram, no entanto, o anúncio do pacote de ajuda à Grécia, de 109 bilhões de euros, que ocorreu um dia depois da reunião do Copom, dia 20. Também não embute a piora no cenário norte-americano, com o impasse cada vez maior entre democratas e republicanos para elevar o teto da dívida do país e evitar um default inédito.

Para analistas, a ata do Copom desta quinta-feira trouxe avaliações mais brandas e podem indicar que, no próximo encontro do Copom, o ciclo de aperto monetário pode ser interrompido.

(Reportagem de Vanessa Stelzer e Patrícia Duarte)

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